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Esporte, imagem e som

por Diogo de Barros Souza

O grito de gol entoado nos estádios é fascinante, o colorido das torcidas é encantador e o esporte é mágico. Hoje em dia, as coberturas televisivas conseguem captar imagens que nos deixam impressionados, com tanta tecnologia, fazendo com que os momentos fiquem cada vez mais únicos.

Temos à nossa disposição diversos canais com 24 horas de cobertura esportiva, além das transmissões via internet que invadem nossas timelines diariamente. Somos impactados a todo momento, via rádio, jornal, TV e internet pelo esporte. Não tem jeito, onde quer que você esteja, haverá alguma informação sobre esporte.

As transmissões oferecem a oportunidade de acompanharmos a prática de diversas modalidades esportivas ao redor do mundo, isso faz com que esportes até então desconhecidos ganhem novos fãs e praticantes, e também inspira as novas gerações. O interesse das redes de televisão em adquirir os direitos esportivos de campeonatos e eventos é reflexo da procura dos telespectadores, isso gera receita, patrocinadores, e cada vez mais recursos tecnológicos para atender a exigência do público.

A imagem e o som do esporte se completam e encantam a todos, muito pela forma como são experimentadas pelas pessoas, seja assistindo uma competição esportiva ‘in loco‘ ou pelos diversos meios de divulgação. A digitalização do esporte promove essa transformação e deixa os mais apaixonados totalmente conectados.

O esporte é sempre um bom negócio.

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Acréscimo

por Diogo de Barros Souza

Sempre me pergunto qual é o critério para definir os minutos de acréscimo no futebol, um dos poucos esportes que ainda resistem ao uso da tecnologia para esse tipo de decisão. O de praxe sempre é 1 minuto no primeiro tempo e 3 no segundo tempo, mas por quê?

acrescimo

Será que é porquê o jogo não está tão interessante assim, e merece terminar logo ou pelo simples fato de não existir critério, apenas a interpretação (achismo) do árbitro caracterizam o teor da decisão dos minutos que restam para o fim do jogo. Gostava muito de acompanhar as estatísticas sobre o tempo de bola em jogo nas transmissões da TV (hoje em dia não dão mais tanta atenção assim), porque ali você conseguia ver o quanto de tempo é desperdiçado durante as partidas para ser compensado em apenas 1 ou 3 minutos. No Brasileirão Chevrolet 2015, a média do tempo de bola em jogo fica em torno de 60 minutos, segundo o Infoesporte, os 30 minutos restantes se perdem nas faltas, substituições, tiros de meta, escanteios, reclamações, laterais, fair play, etc.

Na minha opinião, um acréscimo próximo do ideal seria de 3 minutos no primeiro tempo e 6 minutos no segundo, assim minimizaria a perda de tempo entre uma cera e outra, principalmente no segundo tempo, parte do jogo onde o maior número de substituições acontece. Em alguns jogos, os árbitros simplesmente ignoram a zona de substituição quando o placar está aberto para uma das equipes, de forma a tentar ‘correr’ com a partida. Poucas vezes, assistimos a um jogo no Brasil com intensidade na maior parte do tempo, diversas vezes o seu ritmo é quebrado pelas inúmeras situações que os jogadores criam para interromper a partida.

O valor que é cobrado pelo ingresso de um jogo atualmente (a partir de R$ 40,00), deve ser levado em conta quando pensamos em proporcionar um espetáculo. Os minutos de acréscimo poderiam ser cronometrados, afim de dar mais dinâmica ao jogo, e quem sabe assim proporcionar mais emoção aos torcedores.

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