F1 na era digital

por Diogo de Barros Souza

Sempre pensei que a F1 poderia se renovar além do sistema de disputa e da tecnologia dos carros, e entrar de vez na era digital. Foi o que aconteceu em 2017. Novos tempos exigem mudanças. A mudança da F1 surgiu da necessidade de se aproximar dos fãs, aumentar a audiência e continuar dando retorno aos seus patrocinadores.

Para ter uma ideia do “atraso digital” da F1, a categoria entrou no Facebook apenas em 2016. Com a entrada da Liberty Media no controle das ações da F1, muitas novidades começaram a acontecer, por exemplo, a criação de um departamento especializado em marketing e comunicação, isso não existia na Era Erclestone. Chase Carey, que se tornou presidente da F1 após a aquisição da Liberty acredita que as plataformas digitais são essenciais para a evolução do esporte, além de tratar o fã como centro de toda e qualquer iniciativa e envolver mais os patrocinadores, emissoras, equipes e pilotos.

Na sua gestão as equipes e pilotos estão autorizados a divulgar vídeos curtos em seus perfis nas redes sociais. Tudo isso para valorizar e aproximar a marca F1 dos seus fãs e patrocinadores. Segundo dados divulgados pela FOM (Formula One Management), a F1 foi a marca esportiva a obter o mais rápido crescimento entre todos os players do setor em 2017, os perfis no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube somados registram hoje 12 milhões de seguidores, um aumento de 55% em relação a 2016.

Essa transformação prevê bons frutos para a F1, com grandes chances de satisfazer ainda mais os fãs e patrocinadores. Uma grande marca precisa encontrar soluções desse tipo para acompanhar as transformações e continuar garantindo o sucesso do seu negócio.

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