Somos todos Chape

por Diogo de Barros Souza

Em meio ao trágico acidente aéreo da Chapecoense, presenciamos solidariedade e compaixão por todo o mundo. A hashtag #ForçaChape foi a porta-voz das homenagens e mensagens de conforto às vítimas e familiares dos que estavam no avião.

As manifestações de apoio em prol da Chapecoense foram únicas, desde a intenção do Atlético Nacional da Colômbia em declarar a Chapecoense como campeã da Copa Sul-Americana, os minutos de silêncio antes das partidas de diversas modalidades esportivas ao redor do mundo, até o movimento dos clubes brasileiros para ceder jogadores por empréstimo gratuitamente e não rebaixar a equipe catarinense do Brasileirão pelos próximos 3 anos, tudo isso para  a equipe continuar em frente e minimizar a dor da perda, tanto dentro como fora de campo.

Não é só futebol… Era pra ser apenas uma decisão da Copa Sul-Americana entre equipes que nunca haviam se enfrentado antes, mas após a homenagem dos colombianos, realizada ontem no estádio Atanázio Girardot, no mesmo local e horário onde seria realizada a partida, agora são como uma única equipe. O Atlético Nacional se solidarizou com a Chapecoense e quer usar o seu uniforme na sua próxima partida, assim como o Palmeiras, última equipe a enfrentá-la.

Pensei em não escrever sobre a tragédia, porque ainda me sinto paralisado com tudo isso, mas através dessas palavras presto a minha solidariedade aos sobreviventes e familiares de toda tripulação do avião da LaMia. E de uma coisa tenho certeza, a Chape é do mundo. A Chape vai renascer em cada torcedor, jogador e clube de qualquer lugar do planeta. Agora, somos todos Chape!

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A revolução dos games

por Diogo de Barros Souza

Não é de hoje que nos surpreendemos com a evolução dos jogos de videogame, dos mais velhos aos mais jovens, todos já nos deparamos com algum super game do momento e que marcou uma geração. Atualmente, esse crescimento significa uma grande mudança no estilo dos jogadores, além de existir um movimento para o E-sports (jogos eletrônicos) ser considerado como um esporte.

Nessa onda revolucionária do mercado de games, estamos acompanhando a paixão dos fãs, jogadores famosos e equipes patrocinadas, além das premiações em dinheiro (no mesmo nível de esportes consagrados) e campeonatos sendo realizados em estádios de futebol lotados e transmitidos pela TV. As equipes formadas para participarem das batalhas ou jogos de futebol virtuais se preparam como equipes profissionais de qualquer esporte, em alguns casos até em condições melhores.

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Sobre o E-sports ser considerado ou não como um esporte, penso que isso não importa no momento, muito pelo reconhecimento dos fãs que não para de crescer e da mídia também. O preconceito a respeito do sedentarismo, convívio social e vício de quem joga videogame muitas horas por dia, é algo que incomoda e precisa ser vencido. Essa vitória pode mostrar que os games podem ser vistos como importante para o desenvolvimento e relacionamento das pessoas, principalmente das crianças, desde que suas etapas sejam respeitadas.

A revolução dos games está na forma como enxergamos a sua evolução, a velocidade de propagação do conteúdo do E-sports é instantânea, através da internet com upgrades e opiniões dos usuários sendo levadas a sério a todo momento. Todos fazem parte do processo de desenvolvimento dos jogos, quase que como um código aberto para que se tenha o melhor jogo possível.

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Gestão e liderança

por Diogo de Barros Souza

O início espetacular do técnico Tite na Seleção Brasileira de Futebol, não é apenas uma questão de sorte, números ou coisa dos deuses do futebol, e sim o resultado do trabalho de gestão e liderança realizado pelo treinador e sua equipe. Vimos algo parecido na seleção de vôlei, com o técnico Bernardinho, quando o Brasil revolucionou em quadra e fora também, através de estatísticas e dados essenciais para a construção da equipe e conhecimento dos pontos fortes e fracos dos adversários.

A era Tite está mostrando um novo tipo de jogo para o futebol da Seleção Brasileira, mesmo com poucos dias para treinamento os resultados estão aparecendo, afinal são 5 jogos e 5 vitórias nas Eliminatórias da Copa do Mundo Rússia 2018. A questão coletiva e o fato de convocar alguns jogadores com quem já trabalhou e são de sua confiança, mesmo que não estejam atuando em grandes campeonatos, favorecem o fortalecimento do grupo e sua proposta de jogo.

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Os conceitos de gestão e liderança são um tanto quanto parecidos, ou seja, administrar pessoas e problemas, e cabe ao gestor ter a capacidade e o conhecimento para aplicar suas ideias e fazer com que seus liderados acreditem na sua proposta. O tempo de preparo até chegar a Seleção Brasileira fez bem para o Tite, ele conseguiu desenvolver novas habilidades e o hábito de pensar diferente. É a tal da reciclagem, importante para os profissionais de qualquer profissão. Ser capaz de colocar em prática o que você pensa através das pessoas, é a maior virtude de um líder.

Se para ser líder é necessário ter a capacidade de atrair seguidores, Tite está fazendo muito bem o seu papel. A Copa do Mundo Rússia 2018 está logo ali.

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Tribunal superior

por Diogo de Barros Souza

O STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) será o responsável pela anulação ou não da partida entre Fluminense e Flamengo, que envolveu uma grande polêmica em torno da acusação de interferência externa no gol anulado do Fluminense. A decisão pode ‘manchar’ o Brasileirão 2016, como se os inúmeros erros de arbitragem não manchassem o futebol brasileiro toda semana.

Independente da decisão do julgamento, nada absolve a indecisão e a falta de preparo da arbitragem e da organização como um todo do Campeonato Brasileiro. A quantidade de pessoas dentro do campo é algo absurdo de se ver nos dias atuais, isso tudo facilita a interferência externa e confunde o árbitro na tomada de decisão. Quando os interesses são maiores, nesse caso, clássico carioca, o Flamengo brigando diretamente pelo título, o Fluminense brigando por uma vaga na Libertadores, jogo no Rio de Janeiro, mais parecia um jogo de Campeonato Carioca do que Campeonato Brasileiro.

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A TV comprovou que o gol foi irregular e por ironia do destino, foi a TV também que flagrou a interferência externa, agora a interpretação dos fatos vai ficar por conta de advogados, juízes e menbros do STJD. Enquanto não trabalharmos com a tecnologia no futebol vamos presenciar cenas lamentáveis assim.

Na minha opinião a partida deveria ser anulada e a arbitragem da partida (árbitros, auxiliares, delegado, etc.) levar uma suspensão gigante, esse seria o mínimo de coerência aceitável para justificar ao fã de futebol, ao patrocinador e aos demais clubes que o nosso tribunal superior julgou o que aconteceu de fato, sem  especulação ou teoria da conspiração. Nas imagens é fácil identificar a interferência externa do delegado da partida, não precisa de mais nada, apenas dessa imagem. Outra coisa, a súmula do jogo foi entregue com a observação de que nada de anormal aconteceu, nada mesmo, a partida só ficou paralisada por 13 minutos e um gol foi anulado 2x. Além disso, a súmula foi atualizada posteriormente.

Não basta melhorar o futebol brasileiro apenas dentro de campo, precisa melhorar e muito fora dele também.

Mais um gol da Alemanha. Já perdi a conta do placar.

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A nova Libertadores

por Diogo de Barros Souza

A Conmebol com a sua Libertadores da América é digna do ‘Troféu Lambança do Ano’, após a divulgação das novidades para o ano de 2017. A última semana e o início desta foi repleto de informações vazadas, confirmadas e depois canceladas. Em reuniões no apagar das luzes e secretas, divulgavam informações de várias maneiras, até via Twitter. No maior estilo campeonato amador entre amigos, decidiam sobre o futuro da competição.

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E assim começaram a matar aos poucos a mais tradicional competição sul-americana de clubes, fora o inchaço de clubes e a ideia de final em jogo único (que não acontecerá por agora), a competição terá duração de 10 meses, em meio aos diversos campeonatos dos países da América do Sul, eliminatórias para a Copa do Mundo da Rússia 2018 e janela de transferências internacionais, some isso ao fato de que o calendário sul-americano não é padrão, ou seja, calendário brasileiro é diferente do argentino e por aí vai.

Mudanças sempre devem ser analisadas com calma para que os efeitos não sejam bruscos, todos sabem que o futebol necessita de mudanças e a Libertadores também, há muito tempo inclusive. Mas é necessário um tempo de adaptação, por exemplo: ” Em 2018, realizaremos essas mudanças para que os clubes, fãs, patrocinadores, TV, etc., tenham tempo suficiente para se adaptar. Respeitamos os envolvidos e pensamos sempre no melhor para o futebol sul-americano.”

Esse poderia ser o discurso oficial do presidente da Conmebol para a imprensa. A nova Libertadores já começa com um discurso confuso e cheio de interrogações. O Campeonato Brasileiro que está na sua reta final, recebeu a notícia de que agora pode ter um G6 ou G7 dependendo de alguns resultados. Só para constar, não concordo com várias dessas alterações, penso que a expansão poderia passar pelos Estados Unidos da América.

Enfim, haja coração amigo!

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O esporte é para todos

por Diogo de Barros Souza

Não há como negar que no esporte as diferenças e limitações humanas são deixadas de lado, a capacidade de superação é elevada ao seu nível máximo, exigindo dele acreditar que o seu status foi alterado para: ‘Eu posso’. A Paralimpíada Rio 2016 enche os olhos do público com seus diversos momentos de superação e com a história de cada atleta, nos fazendo pensar um pouco diferente sobre as possibilidades que a vida proporciona.

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Os desafios são diferentes para cada um e os limites também. Limitados, todos somos, de um jeito ou de outro, mas depende muito do ponto de vista e da forma que encaramos as dificuldades. Os atletas paralímpicos são pessoas comuns em busca dos seu sonhos, apresentam ao mundo com orgulho que acreditam na vida e não vão desistir tão fácil assim dela. São exemplos reais de atitudes e mostram que tudo é possível, quando você tem força de vontade e oportunidade para desenvolver alguma habilidade.

O esporte é para todos que idealizam novas possibilidades e que enxergam além, eu escrevo com a alma de um esportista que acredita na capacidade que o esporte tem de transformar pessoas, e dessa forma, ajudar na construção de um mundo melhor.

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Um mundo novo

por Diogo de Barros Souza

O esporte mostrou mais uma vez ao mundo a sua capacidade de transformação social. A Olimpíada Rio 2016 encheu os olhos dos fãs e o seu legado se concretizou mesmo quando todos duvidavam. Sem dúvida, foi a maior Olimpíada de todos os tempos, talvez não, se pensarmos apenas na estrutura dos complexos esportivos, mas sim, quando as imagens não nos deixam esquecer seus momentos mais especiais e marcantes.

Acreditar em um mundo novo foi a proposta da Rio 2016, e de certa forma tudo foi realizado com excelência mesmo com dificuldades e desconfianças. Não é a Olimpíada que transforma um país, mas o esporte sim, ele é o agente transformador. A realização da Olimpíada te faz enxergar isso de outra forma e com a mente mais aberta. Mas dependendo da aceitação do povo, pode ocasionar em um efeito contrário, muito pela condição financeira e política que o país-sede se encontra. A Rio 2016 sobreviveu a tudo isso e teve sucesso ao sediar o maior evento esportivo do mundo da forma que ele merece ser realizado.

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A gestão dos equipamentos pós-evento é o grande desafio para o Comitê Olímpico Local, passando a Paralimpíada, o Comitê tem a tarefa de oferecer o esporte a mais pessoas, não apenas pensando na formação de atletas, mas sim de cidadãos. Esse é o principal motivo de muitos países sonharem em sediar uma Olimpíada, eles querem viver a experiência e o legado que os Jogos Olímpicos proporcionam.

O legado da simpatia, receptividade, alegria, colorido, vibração, emoção e espírito esportivo vão deixar saudades aos atletas, turistas e torcedores. Se o Rio de Janeiro já era lindo, após os Jogos ficou mais ainda. Temos que ter orgulho do comportamento do povo brasileiro, porque realmente entenderam o espírito olímpico, em alguns momentos houve uma má interpretação dos atletas e da mídia internacional, mas fazer o quê, nós somo assim, torcemos em qualquer esporte como se fosse um jogo de futebol.

É a nossa cultura e faz parte da nossa característica, já que somos o país do futebol. Quando é a hora de aplaudir, aplaudimos muito bem, quando precisamos vaiar, sabemos vaiar como ninguém e quando torcemos é com alegria, acho que só os africanos ganham da gente nesse quesito.

Afinal, somos brasileiros. Tóquio 2020, chega logo!

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O que realmente importa

por Diogo de Barros Souza

A Uefa Euro 2016 terminou, a seleção de Portugal sagrou-se campeã pela primeira vez do torneio, vencendo a favorita França e Cristiano Ronaldo saiu da competição como favorito a Bola de Ouro da FIFA. Até então nada de diferente, mas uma imagem pós-jogo nos faz acreditar que ainda pode existir paz no futebol.

Um menino e torcedor de Portugal consolou um torcedor francês, logo depois do final da partida na Torre Eiffel. Ao ver o francês aos prantos, o pequeno português abraça e conversa com o seu até então adversário, demonstrando uma maturidade que muitos adultos desconhecem.

O que realmente importa é o espírito esportivo, saber perder e também saber ganhar. Esse talvez seja o único caminho para a paz no futebol. Um gesto simples e sincero é o essencial para acabar com a selvageria e falta de respeito dentro e fora dos estádios. Torço muito para assistir mais momentos assim. Mais uma vez o futebol respira!

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Como se fossem Smurfs

por Diogo de Barros Souza

A grande façanha da Islândia na Uefa Euro 2016, desde a classificação nas eliminatórias para sua primeira participação na competição, o primeiro gol, a primeira vitória, a classificação para as oitavas de final, e agora para as quartas de final, após a vitória diante da Inglaterra, sem dúvida é algo mágico e histórico para um país com pouco mais de 300 mil habitantes.

Nenhum jogador da Islândia joga na Islândia, porque lá o futebol não é disputado em alto nível, quem deseja jogar assim, deve procurar outro país. Como se fossem Smurfs, os jogadores da Islândia se prepararam e enfrentaram os badalados e milionários jogadores ingleses de igual para igual, chocando o mundo com uma apresentação digna de quem entende um pouco de futebol.

Ao acompanhar o jogo da Islândia, é fácil detectar um mix de vários esportes no plano de jogo da equipe. Apresentam jogadas ensaiadas em lances de lateral, força física, preenchimento dos espaços, inteligência emocional para detectar as dificuldades do adversário, além de calma para se livrar de alguns momentos de instabilidade.

Confesso que fiquei impressionado com a frieza do goleiro da Islândia, após cometer o pênalti e sofrer o gol na cobrança do inglês Wayne Rooney, e também durante suas defesas ao longo da partida.

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A primeira vez é sempre inesquecível, e quando tudo dá certo, é melhor ainda.

Gudjohnsen, obrigado por ter mostrado a esse povo o que é o futebol.

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Aprecie sem moderação

por Diogo de Barros Souza

Épico, emocionante e sensacional. Três palavras que traduzem exatamente o que foi o Jogo 7 das finais 2015-2016 da NBA. Alternância na liderança da partida e jogadas fantásticas foram a tônica do jogo. O nível de tensão da partida foi alto, deixando o jogo eletrizante durante os quatro períodos.

Destaco aqui três atos que na minha opinião fizeram a diferença, na histórica virada do Cleveland Cavaliers contra o Golden State Warriors:

1 – O toco
Quando Andre Iguodala partiu para fazer a cesta que daria a liderança da partida para os Warriors, já perto do fim, eis que surgiu Lebron James para rejeitá-lo.

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2 – A bola do jogo
Kyrie Irving, fez uma jogada genial e deixou os Cavs à frente no placar, driblando Stephen Curry e fazendo uma cesta de 3 pontos no momento mais importante do jogo.

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3 – O fato de acreditar
All in, esse foi o lema dos Cavaliers para superar todas as dificuldades e conquistar o título. A equipe teve uma campanha quase perfeita jogando na Quicken Loans Arena nos playoffs, perdendo apenas uma partida, justamente contra os Warriors, no Jogo 4 das finais.

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Aprecie sem moderação e assista quantas vezes for possível o Jogo 7, porque vale a pena conferir a exibição de gala das duas equipes. Nunca antes na história da NBA, uma equipe com desvantagem de 3×1 na final, conseguiu reverter o placar. Mas em 2016 foi diferente.

Obrigado esporte.

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Somos todos babacas

Diogo de Barros Souza

Estamos de fato alguns passos atrás de muitos países, e a eliminação precoce na Copa América Centenário, apenas escancarou mais uma vez o problema técnico que a Seleção Brasileira vem sofrendo, desde a última Copa do Mundo ou um pouco antes dela. A incompetência vem de cima e prejudica todo o resto.

Os problemas começam no entendimento do que significa o futebol brasileiro e toda sua história, é necessário entender isso primeiro, assim todos respeitariam a tradição da camisa do Brasil e não aceitariam a derrota como algo comum. A direção da CBF é muito culpada, o técnico também e os jogadores mais ainda. Que seja criado o hábito de ter vergonha na cara, e ser profissional. Ser ex-jogador de futebol, significa automaticamente uma chance de ser técnico da Seleção ou dirigente da CBF, a solução pode não estar aí. A união da experiência de campo com o conhecimento técnico é o ideal. Assim, não ficamos reféns de ideias ultrapassadas sobre o futebol.

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O futebol brasileiro precisa de mais, pois sempre foi referência para outros países e agora somos motivo de zoação. Precisamos também de um calendário decente e que acompanhe o restante do mundo. Não é aceitável, ter jogos da Seleção e Campeonato Brasileiro no mesmo período. É preciso respeitar a torcida e fazer com que ela tenha vontade de sentar na frente da TV para torcer, e não para zoar, como tem acontecido nos últimos jogos.

O 7 x 1 contra a Alemanha nunca irá se apagar, mas é possível reerguer a dignidade jogando com qualidade, tendo um comportamento aceitável para jogadores de futebol profissionais. Enfim, o futebol brasileiro precisa começar do zero. Somos todos babacas!

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Ali, o maior de todos

por Diogo de Barros Souza

O esporte perdeu uma de suas maiores lendas, Muhammad Ali faleceu no último sábado aos 74 anos, vítima de problemas respiratórios, além de sofrer duramente com o Mal de Parkinson durante boa parte de sua vida. Ali, foi um vencedor dentro e fora dos ringues, pois além de lutar contra seus adversários, precisou enfrentar também o preconceito racial.

Quase sempre, o fato de pensar diferente tem suas consequências, principalmente quando suas ideias estão à frente do seu tempo. Em 1967, ao recusar servir o exército norte-americano na Guerra do Vietnã, Ali questionou: “Por que me pedem para por um uniforme e viajar 10.000 milhas para jogar bombas e atirar em pessoas morenas no Vietnã, enquanto as pessoas chamadas de negras em Louisville são tratadas como cães e lhes negam direitos básicos?”. Para ele, talvez a verdadeira guerra estivesse em outro lugar. A consequência da recusa, foi um duro golpe, banimento do boxe por três anos, sentença de cinco anos de prisão e uma multa de US$ 10 mil.

Mas seu maior confronto foi contra o preconceito racial, quando negaram lhe servir em um restaurante, mesmo apresentando-se como campeão olímpico, apenas por ser negro, atirou a medalha de ouro no Rio Ohio. Em 1996, foi homenageado na cerimônia de abertura dos  Jogos Olímpicos de Atlanta. Além de carregar a tocha olímpica, recebeu uma réplica da medalha que ganhou em 1960.

Em 1999, foi eleito “O Desportista do Século” pela revista americana Sports Illustrated. Este foi apenas um dos diversos prêmios que Ali ganhou durante toda sua vida. Em seus 21 anos de carreira profissional no boxe, foram 56 vitórias, sendo 37 por nocaute, e apenas cinco derrotas. Por causa de sua ativa participação no esporte e fora dele, Ali é exemplo de inspiração e orgulho para muitas pessoas, sejam elas esportistas ou não.

Quanto mais nós ajudamos os outros, mas nós ajudamos a nós mesmos. Muhammad Ali, o maior de todos (1942-2016)

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Sem projeto

por Diogo de Barros Souza

A aventura chinesa do técnico brasileiro Vanderlei Luxemburgo, está em situação complicada e muito próxima do fim. Em menos de 6 meses, seu trabalho está sendo contestado, principalmente pelo alto investimento e o péssimo resultado apresentado até o momento.

Ao todo, seis membros da comissão técnica foram dispensados pelo Tianjin Quanjian recentemente, todos indicados por Luxemburgo. O time é nono colocado da tabela de classificação da segunda divisão chinesa, com apenas 14 pontos, sete atrás do líder Qingdao Huanghai. O técnico brasileiro diz que a estrutura prometida pelo clube no início do ano, até agora não apareceu. A multa rescisória, estimada em R$ 40 milhões, é o maior obstáculo para a sua possível saída.

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Muitas vezes uma aventura como essa, não traz a realização profissional tão esperada, somente a financeira. Os chineses estão mesmo interessados no futebol, tanto que cobram resultados e esperam retorno diante do investimento que fazem. Espero que os brasileiros levem a sério essa questão, mesmo sendo difícil a adaptação dentro e fora de campo, mas quando se aceita um desafio é preciso se preparar para as dificuldades.

Luxemburgo e a sua caravana brasileira acabará ficando sem projeto em breve, por lá ainda jogam os brasileiros Jadson, Luís Fabiano e Geuvânio, todos na mesma situação de Luxemburgo. Mais um gol da Alemanha!

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O futebol respira

por Diogo de Barros Souza

Estamos vivendo uma semana transformadora para o futebol, com o cinematográfico título do campeonato inglês conquistado pelo bravo time do Leicester City, a classificação do Atlético de Madrid para mais uma decisão de Uefa Champions League contra o Real Madrid e a presença do Grêmio Osasco Audax na decisão do Campeonato Paulista. De alguma forma, são indícios de que o futebol respira, continua vivo e apaixonante para os seus fãs.

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Os três momentos citados são belos exemplos de que existem pessoas pensando diferente, e tentando proporcionar algo novo para quem ainda acredita que o futebol pode apresentar mais do que estamos acostumados.

Leicester City – Desacreditado. Baixo orçamento. Sempre briga para não cair.
Mas dessa vez tudo mudou, tudo foi diferente, surpreendeu o mundo do futebol ao derrubar os grandes da Inglaterra e conquistar o título antecipadamente. Seu técnico, o italiano Claudio Ranieri, nunca havia conquistado nada expressivo, mesmo comandando equipes de maior expressão.

Atlético de Madrid – Respeitado. Considerado a 3ª força da Espanha. Sempre ofuscado pelo Real Madrid.
Suas últimas temporadas, principalmente sob comando do argentino de Diego Simeone são surpreendentes, chega a segunda final de Uefa Champions League contra o seu maior rival ao eliminar uma das maiores potências do futebol atual, o alemão Bayer de Munique. Continua na briga pelo título do campeonato espanhol, disputando ponto a ponto a liderança contra Barcelona e Real Madrid.

Grêmio Osasco Audax – Ousado. Audacioso. Futebol moderno.
Quando surgiu, foi digno de piada por apresentar um estilo diferente de futebol, que agora é visto como moderno e encantador. Fernando Diniz, o técnico da equipe resistiu aos questionamentos e dúvidas sobre o seu modo de trabalhar, e conseguiu levar o Audax até a final desbancando dois grandes do futebol paulista, São Paulo e Corinthians.

As três equipes não são nada parecidas, apenas na forma de surpreender e enfrentar os ‘grandes’ de igual para igual. Enfim, vislumbro novos tempos para o nosso querido futebol, e acredito que ainda não vivemos tudo que esse esporte é capaz de proporcionar. Vamos jogar bola!

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Adeus, Kobe

por Diogo de Barros Souza

Toda despedida tem um sentimento de tristeza e melancolia, mas a noite de ontem foi mágica, especial e emocionante. O último jogo como jogador profissional de basquete na carreira de Kobe Bryant, não poderia ter melhor roteiro para seus admiradores e fãs de esporte. Com 60 pontos, 4 rebotes e 4 assistências, além de uma roubada de bola e um toco, ele quebrou a banca e se despediu das quadras com estilo.

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Foram 20 anos jogando basquete apenas pelo Los Angeles Lakers, faturou 5 títulos da NBA, entre outros prêmios, títulos e recordes pessoais. Kobe Bryant deixa um legado e registros de momentos fantásticos, para quem viu Michael Jordan, Shaquille O’Neal e Magic Johnson jogar, e atualmente acompanha Stephen Curry e Lebron James.  O último jogo proporcionou a Kobe milhares de sentimentos ao mesmo tempo, ginásio lotado, homenagens iniciais, o discurso de Shaquille O’Neal, o primeiro arremesso que não caiu, a primeira e a última cesta, a virada espetacular no fim e a vitória na partida contra o Utah Jazz.

Diante de tudo isso e aos 37 anos, percebemos que ele chegou ao seu limite, o fim perfeito seria com o título, mas valeu pela atitude em saber o momento certo de parar e curtir com os fãs cada jogo, lance e arremesso na sua última temporada. Adeus, Kobe. #ThankYouKobe.

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Pode chorar

por Diogo de Barros Souza

As lágrimas do técnico italiano e comandante do Leicester City, Claudio Ranieri, atual líder da Premier League (campeonato inglês), na vitória do Leicester fora de casa por 2 x 0 sobre o Sunderland no último domingo, explicam bem o que a equipe tem aprontado nesta temporada. A sensação da Inglaterra está muito próxima do título, precisando somar mais 9 pontos dos 15 que ainda estão em disputa para não depender de nenhum outro resultado e faturar o campeonato.

CORRECTS THE DATE. Leicester City's manager Claudio Ranieri prior to the English Premier League soccer match between Sunderland and Leicester City at the Stadium of Light, Sunderland, England, Sunday, April 10, 2016. (AP Photo/Scott Heppell)

A sinceridade no choro de Ranieri é uma pequena amostra do orgulho em ver seu trabalho ser concretizado, mesmo sem nenhuma pretensão no início da temporada, quando o que mais importava era não ser rebaixado. A campanha do Leicester é um tremendo roteiro de filme, que começa com tudo dando errado (a equipe frequentou a zona de rebaixamento no início da temporada) e depois o talento e o trabalho começam a aparecer, onde o futebol dos times mais ricos sempre predominou.

Ranieri pode chorar porque está mostrando humildade ao retroceder e refletir que precisava se reinventar, ao aceitar a proposta para assumir os Foxes, teve que abrir da carreira vitoriosa em grandes times europeus, e não imaginava que tudo isso poderia acontecer um dia, mas topou e chorou ao presenciar a façanha da sua equipe, com jovens talentos sendo revelados, inclusive para o English Team, e um futebol moderno jogando pra frente e de igual para igual contra os grandes.

A Champions League já é realidade para o Leicester City, agora falta o título inglês para o sonho ficar completo. Eu acredito!

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Para colecionar

por Diogo de Barros Souza

Quando nos aproximamos do período de uma Copa do Mundo ou Olimpíada é muito comum nos bombardearem de souvenirs (lembranças) dos eventos, que começam com camisetas, mascotes, chaveiros e por aí vão. Na Copa do Mundo, uma das ‘febres’ é o álbum de figurinhas que encanta jovens e adultos. Faltando menos de 200 dias para a Olimpíada Rio 2016, já temos à disposição diversos artigos olímpicos, inclusive moedas comemorativas.

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As moedas, assim como os selos são artigos sempre presentes na maior parte da história dos Jogos Olímpicos, surgiram para aproximar o público e proporcionar a chance de todos terem uma lembrança dos Jogos. Na Rio 2016 não será diferente, ao todo são 36 modelos de moedas comemorativas de ouro e prata que homenageiam alguns esportes olímpicos, o Rio de Janeiro e o Brasil. O projeto foi desenvolvido pelo Banco Central e Casa da Moeda do Brasil com suporte do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A compra pode ser feita pelo site ou nas agências bancárias do Banco do Brasil. As moedas de R$ 1 entrarão em circulação comum pela rede bancária. Já as promocionais serão vendidas no valor de R$ 13 a R$ 1.180,00. 

Sou apaixonado por colecionar figurinhas da Copa do Mundo e agora iniciei minha coleção de moedas olímpicas. Então, bora colecionar moedas também?

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Até nos games

por Diogo de Barros Souza

A incrível performance de Stephen Curry na temporada 2015-2016 não parece coisa de videogame, pelo menos para os criadores do jogo NBA 2K. Muitas vezes brincamos que alguns lances da vida real parecem de videogame, mas com Curry é ao contrário, seus dribles e arremessos de três pontos em sequência, agora são referência na dificuldade de representar realismo ao jogo NBA 2K.

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Até nos games todos quebram a cabeça para entender os feitos de Curry. Em entrevista à revista Forbes, o diretor da franquia do game, Mike Wang, confessou que a equipe de produção não consegue chegar perto de criar uma versão fiel do armador dos Warriors para o jogo. Tudo aquilo que Curry desempenha durante os jogos de basquete nos chutes de três pontos com marcação cerrada, chutes do meio da quadra, chutes de três sem equilíbrio, chutes de três em movimento, não é possível ser representado no jogo, porque não são ações comuns mesmo para jogadores do nível da NBA. Os desenvolvedores do jogo prometem ‘arrumar’ isso para a próxima edição do game.

Para acrescentar um pouco mais ao currículo do jogador da ‘vida real’, Curry é o atual recordista da NBA convertendo pelo menos uma bola de três por jogo, já são mais pelo 127 nesta temporada (até aqui), igualou a marca de Kobe Bryant em bolas de 3 pontos num só jogo: 12 (até aqui), tem mais de 288 bolas de três convertidas na atual temporada (até aqui). Com certeza é um estilo de jogo diferente do que estamos acostumados, mas já estamos nos acostumando a gostar desse estilo de jogo. Sabe quando o Messi carrega a bola driblando todos até o gol e ainda faz o gol, pois é, o Curry é tipo isso.

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Nada favorável

por Diogo de Barros Souza

A tenista russa Maria Sharapova entrou numa tremenda fria ao ser flagrada por uso da substância Meldonium no exame antidoping do Aberto da Austrália, realizado em janeiro deste ano. A substância está proibida pela Agência Mundial Antidoping (Wada) desde 1º de janeiro de 2016, e por um ‘descuido’, a comissão técnica e a própria tenista não se atentaram ao fato, manchando assim uma carreira de sucesso dentro e fora das quadras.

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“Eu assumo total responsabilidade. É importante dizer que a substância não estava na lista de banidas até o ano passado. Eu tomei legalmente pelos últimos dez anos. Em janeiro, as regras mudaram, e a substância foi proibida e eu não sabia. É o meu corpo, é o que eu coloco dentro dele. Não posso culpar ninguém que esteja treinando comigo” – declarou Sharapova, informando também que havia recebido em dezembro a nova lista de substâncias proibidas, mas não a verificou.

Além do ambiente nada favorável em torno da notícia e com uma previsão de suspensão do esporte de 4 anos, Sharapova começa a sofrer as consequências desse tipo de repercussão, a perda de patrocinadores. A Nike (material esportivo), a Tag Heuer (relógio) e a Porsche (carro) cancelaram ou não renovaram os contratos que tinham com a tenista russa. A Nike tinha um contrato até 2018 em torno de US$ 70 milhões com a tenista, que é a atleta mais bem paga do mundo somando patrocínios e premiações.

O esporte profissional exige algumas atitudes e responsabilidades para os seus envolvidos, a tenista tem sua parcela de culpa, mas o seu staff tem uma parcela maior, por cuidar da carreira da atleta e ter a função de ficar atento a esse tipo de mudança. Quando as regras do esporte, o bônus da premiação e o calendário de competições sofrem alterações, todos ficam cientes e tomam as providências necessárias, agora uma mudança das substâncias proibidas e que pode destruir uma carreira, não pode simplesmente ser deixada de lado. Por ela já fazer uso da substância há 10 anos, a atenção em cima do assunto deveria redobrada, e esse acabou sendo o maior erro, pois entraram na zona de conforto e não ficaram atentos às mudanças do esporte.

Fica aqui o registro: Sharapova é bicampeã de Roland Garros (2012 e 2014) e também conquistou a taça no Aberto da Austrália (2008), Aberto dos EUA (2006) e Wimbledon (2004).

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Sonhando

por Diogo de Barros Souza

O Leicester City continua sonhando com o título da atual temporada da Premier League (campeonato inglês), saindo do status de sensação para candidato a faturar o caneco. O futebol tem surpresas assim em sua história, quando um clube com baixo orçamento e quase rebaixado na temporada passada, consegue causar espanto nos elencos milionários e ser o protagonista, apresentando um bom futebol e conquistando a liderança da competição.

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Os Foxes, como a equipe é conhecida, quebram tabus a cada jogo e surpreendem na forma de jogar ao enfrentar as equipes grandes, como Manchester City e Liverpool. A surpresa vai além da tabela de classificação, com jogadores sendo alvo de contratações das equipes grandes de toda Europa e também nos cofres do clube. Em seu último balanço divulgado nesta semana, o clube apontou o crescimento absurdo da sua receita de 31,2 milhões de libras (R$ 170,8 milhões) na temporada 2013/2014 para 104 milhões de libras (R$ 569,3 milhões) em 2014/2015, o que significa o melhor resultado da história da equipe.

O Leicester, que há três anos estava na segunda divisão do futebol inglês, atualmente é mais rico que qualquer time brasileiro, faturando muito mais que os dois times de maior receita do Brasil em 2015: Palmeiras e Flamengo, com faturamento entre R$ 350 milhões e R$ 400 milhões. Caso vença o título inglês ou consiga uma vaga na próxima Champions League, esses números poderão ser ainda maiores.

Pode até ser que o título escape por um motivo ou outro, mas os Foxes já marcaram um pontinho azul na história da Premier League com essa campanha histórica, atualmente é o líder da competição, 3 pontos a frente do segundo lugar Tottenham Hotspur. O sucesso da equipe representa o profissionalismo na gestão técnica e administrativa do clube. Azarão, surpresa ou cavalo paraguaio, nenhuma dessas gírias futebolísticas traduz a temporada do Leicester, porque a solidez dentro e fora de campo não deixaram o planejamento ser qualquer esboço de papel.

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Um cara de sorte

por Diogo de Barros Souza

Num dia dispensado do clube que jogava por quase 12 anos e pronto para ser negociado, dias depois contratado e logo em seguida dispensado por quem o contratou, e enfim e quase que no apagar das luzes da janela de transferências, eis que surge o atual campeão da NBA e favorito ao título desta temporada para lhe contratar. Esse é um pequeno resumo do intenso momento vivido pelo brasileiro Anderson Varejão, em poucos dias ele saiu da reserva do Cleveland Cavaliers, foi contratado e logo dispensado pelo Portland Trail Blazers, e acabou indo parar no atual campeão da NBA, o Golden State Warriors, equipe que já conta com o também brasileiro, Leandrinho.

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O que mais importa nisso tudo é a prova de que o esporte dá voltas e encontra caminhos para os persistentes e merecedores, Varejão tem uma história e o carinho da torcida (assista ao vídeo abaixo e comprove) em Cleveland, não queria sair mesmo estando na reserva, desejava se aposentar lá, era um dos jogadores com mais tempo na mesma equipe. Ele não jogaria tudo isso para trás, e acabou indo muito além das expectativas da sua ex-equipe, mostrando ser um cara de sorte ao ser contratado pelo Golden State Warriors.

Em Golden State, Varejão ao lado do melhor jogador da NBA na atualidade, Stephen Curry, e com algumas outras estrelas da franquia. Ele está acostumado a jogar com estrelas, já que conviveu um bom tempo ao lado de Lebron James. O destino poderá cruzar o caminho de Varejão com o Cleveland novamente, mas agora em lados opostos e graças a uma possível repetição da final passada entre Golden State Warriors versus Cleveland Cavaliers. As portas se abriram para Varejão, agora é aproveitar a chance e seguir na melhor equipe de basquete da NBA, assim como fez Leandrinho quando chegou desacreditado e conseguiu seu espaço.

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Odisseia

por Diogo de Barros Souza

Pensar em encerrar a carreira esportiva deve ser o maior dos pesadelos para um atleta profissional e de alto nível, mas o norte-americano Kobe Bryant, campeão olímpico, multicampeão e All Star da NBA, conseguiu fazer diferente. Ele resolveu desfrutar do momento sem nenhuma pressão por títulos ou prêmios, desejando apenas aproveitar cada jogo da sua última temporada como atleta profissional.

Ao anunciar o fim da carreira, Kobe se viu em uma odisseia por cada cidade e quadra que passe na temporada 2015-2016 da NBA. Os torcedores de outras equipes querem assistir ao último jogo dele em sua cidade e contra o seu time. Kobe é um ídolo mundial e tem recebido carinho e respeito por onde passa.

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O seu time, o Los Angeles Lakers não estão em uma boa fase, nem sequer irão se classificar para os playoffs, mas a aposentadoria de Kobe é motivo de sobra para a presença dos torcedores dos Lakers nos jogos da equipe. Seus rivais em quadra, também desejam um último duelo contra um dos maiores jogadores de basquete da história.

Na última eleição para o All Star Game (Jogo das Estrelas da NBA), ele foi o atleta mais votado entre todos da Liga, teve mais votos até do que o atual astro Stephen Curry do Golden State Warriors. Também teve seu nome cogitado para a equipe de basquete olímpica norte-americana, mas Kobe Bryant informou que não participaria dos jogos Olímpicos Rio 2016. Toda essa comoção do público é resultado de uma trajetória de sucesso e uma carreira vitoriosa.

Essa é uma das melhores despedidas do esporte que já vi, alguns atletas já tiveram a oportunidade de encerrar a carreira em grande estilo também, mas resolveram esticar a aposentadoria por mais um ou dois anos, e acabaram caindo no esquecimento ou não tendo uma despedida digna, porque perderam o ‘timing’ da despedida. Mas Kobe Bryant conseguiu enxergar o momento de parar e assim fazer o que mais gosta com prazer, que é jogar basquete.

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Uma camisa

por Diogo de Barros Souza

Muito mais que uma camisa, o saco plástico que o menino afegão Murtaza, de apenas cinco anos, veste na foto que viralizou na internet, representa a verdadeira paixão pelo futebol e a sensação de se sentir um ídolo, nesse caso o maior da atual geração. A simplicidade impressiona e o que importa apenas é a sensação de se sentir um Messi jogando futebol.

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Muitas vezes uma camisa oficial no valor de R$ 249,90 não simboliza esse sentimento, até porque o ‘status’ é outro, ali Murtaza queria apenas ser Messi e sonhava tanto com isso, que o seu pai ao encontrar o saco plástico pediu aos irmãos que fizessem a tão sonhada ‘camisa’ para Murtaza. Desde então, ele joga futebol no Distrito Jaghori, na província de Ghazni, no leste do Afeganistão gritando para todos que é Messi.

A camisa feita de saco plástico foi tão simbólica que resultará em um encontro entre Murtaza e o ídolo Messi. Segundo o porta-voz da Federação Afegã de Futebol, Syed Ali Kazemi, a entidade recebeu e-mails tanto de Messi quanto do Barcelona sobre um possível encontro.

Os valores esportivos são bem simples para as crianças, e muitas vezes elas não percebem a marca de uma bola ou de uma camisa, elas querem apenas brincar e se sentirem como seus ídolos. É possível atender ao básico na iniciação esportiva e trabalhar com o esporte na sua essência, os obstáculos sempre irão existir, mas é preciso saber que existem possibilidades para a falta de recursos, não estou me referindo a sacos plásticos, e sim sobre a capacidade de criação dos profissionais que lidam com o esporte.

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Apaixonado por você

por Diogo de Barros Souza

Seja na quadra da escola, no campinho de terra ou na televisão, todo mundo já teve uma experiência esportiva e de alguma forma essa conexão foi importante para o seu desenvolvimento, ao repetir um gesto de um ídolo, ao se emocionar com uma conquista ou quando gritou ao marcar um ponto. O esporte é capaz de fazer tudo isso com a gente, quando menos se espera estamos envolvidos e torcendo para o mais fraco, mesmo não sabendo as regras da modalidade esportiva e o que ganham fazendo aquilo.

Esqueça o esporte profissional por um momento, e tente pensar apenas na prática esportiva, sem pretensão com dinheiro, patrocinadores, fama, etc. Conseguiu? Pois é, esse é o verdadeiro sentido do esporte e é isso que o torna mágico. Você pode viver sem esporte, é claro que pode, mas sua vida poderá ficar menos emocionante.

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No canto da torcida, na execução do hino nacional e na superação pessoal, você vive o esporte, e quem souber seguir os seus verdadeiros ensinamentos terá o aprendizado necessário para se tornar um cidadão digno, capaz de respeitar o próximo, ser disciplinado, determinado e leal a tudo que envolve a sua vida. O esporte é uma ferramenta de desenvolvimento social para o rico e para o pobre, não à toa consegue parar conflitos entre países, propagar a paz, abolir o preconceito e enfrentar os problemas do mundo.

Eu sou torcedor, sou esportista e sou apaixonado por você, esporte.

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Linha tênue

por Diogo de Barros Souza

Assim como no futebol, o tênis também sofre com investigações de corrupção, mas relacionadas a manipulação de resultados envolvendo casas de apostas. A polêmica teve início com a publicação de uma reportagem da TV britânica BBC e do site BuzzFeed mostrando que 16 jogadores, que já apareceram no top 50 do ranking mundial podem ter manipulado os resultados de partidas em troca de dinheiro pago por apostadores russos e italianos.

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A Unidade de Integridade do Tênis (TIU) suspeitou de um resultado em 2007, e de lá pra cá investigou 26.000 partidas nos últimos sete anos afim de ligar os pontos e detectar possíveis fraudes nos resultados. Até o momento nenhum tenista foi acusado diretamente, apenas se tem conhecimento de que oito dos 16 jogadores citados acima participam do Aberto da Austrália (que acabou de começar) estão entre os envolvidos, inclusive vencedores de Grand Slams.

Alguns tenistas se manifestaram a respeito das suspeitas, o mais enfático até então foi o nº 1 do mundo, o sérvio Novak Djokovic, ao informar que já lhe ofereceram muita grana (200.000 dólares em 2007) para entregar uma partida. Gustavo Kuerten também deixou sua posição sobre o fato: Nos anos em que eu estive no circuito a ATP sempre combateu o caso com muita seriedade. O assunto é extremamente preocupante, porque compromete a essência do esporte, a competição limpa, plena, o respeito às regras. Pela decência e justiça cultivadas pelo universo do tênis, acredito que sejam casos isolados, em que a punição deve ser severa, disse Guga.

A linha tênue para tudo isso é permitir ou não a proximidade de casas de apostas no esporte, por um lado (o financeiro) é muito bom, mas por outro (o esportivo) não é, porque abre diversos precedentes para suspeitas, denúncias e investigações. A manipulação de resultados é péssima para o esporte e necessita de severas punições aos envolvidos. O esporte poderia ser mais simples e puro, mais isso sem os corruptos que insistem em se aproveitar das suas riquezas.

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Da tubaina ao champagne

por Diogo de Barros Souza

Quando você tem um sonho, uma meta ou um objetivo, acredite e dedique-se e tudo se realizará, o brasileiro Wendell Lira é a prova viva disso. O seu fantástico gol venceu a eleição do Prêmio Puskás na premiação da Bola de Ouro da FIFA 2015, superando nada menos que Lionel Messi, eleito pela quinta vez o melhor jogador do mundo. Desconhecido até então, Wendell Lira conquistou o prêmio graças ao gol marcado quando atuava pelo Goianésia na partida contra o Atlético Goianiense pelo Campeonato Goiano de 2015. O prêmio é uma homenagem ao húngaro e craque de bola Ferenc Puskás Biró, que nos 50 e 60 encantou o mundo com a sua genialidade.

Wendell, realizou o sonho de muitas crianças e adultos, ele foi da tubaina ao champagne, porque além de ter sido reconhecido pelo seu talento, teve a oportunidade de conhecer seus ídolos, àqueles da TV, do videogame e dos nomes estampados nas diversas camisas de clubes e seleções que vemos todos os dias nas ruas e nos campos de futebol. Pode ser que ele nunca jogue em um grande clube, mas o seu feito conseguiu renovar o sentimento de alegria dos milhares de apaixonados por futebol em todo o mundo, inclusive quem não gosta de futebol vibrou com essa conquista.

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“Davi e Golias, quando Golias apareceu, creio eu que todo mundo olhava para ele e falava ‘ele é muito forte, ele é muito grande, não tem como ganhar dele’. Davi quando olhou para Golias disse: ‘Ele é muito grande, não tem como errar.’ E é assim que temos que lidar com nossos problemas diários na nossa vida”, disse o brasileiro ao receber o prêmio, concedido em votação popular pela Internet.

Certamente, Davi venceu Golias mais uma vez.

Sem mais.

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Calendário 2016

por Diogo de Barros Souza

Que 2016 será especial para o esporte, todos já sabem, principalmente para o Brasil que sediará a Olimpíada Rio 2016, a maior festa do esporte. Mas além dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, teremos um calendário 2016 esportivo bem interessante, com Eurocopa e Copa América Centenário, nos EUA.

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Vejamos alguns destaques confirmados até aqui:

Janeiro

02 a 25 – Copa São Paulo de Futebol Júnior
09 a 24 – Wildcard, semifinais e finais de divisão da NFL
31 – Início de alguns campeonatos estaduais de futebol

Fevereiro

06 – UFC 196 – Werdum x Velasquez
07 –
Superbowl 50
16 – Início da Libertadores
27 – UFC Fight Night – Silva x Bisping

Março

05 – UFC 197 – Rafael dos Anjos x Conor McGregor / Holly Holm x Miesha Tate
15 –
Início da Copa do Brasil
20 – Início da Fórmula 1
24 – Eliminatórias (América do Sul) da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018 – 5ª rodada
29 – Eliminatórias (América do Sul) da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018 – 6ª rodada

Maio

08 – Final de alguns campeonatos estaduais de futebol
14 –
Início do Campeonato Brasileiro
28 – Final da Uefa Champions League

Junho

02 – Início da NBA Finals
03 – Início da Copa América Centenário – EUA
10 – Início da Eurocopa – França
26 – Final da Copa América Centenário – EUA

Julho

10 – Final da Eurocopa – França
27 – Final da Libertadores

Agosto

05 – Abertura da Olimpíada Rio 2016
16 – Início da Copa Sulamericana
21 – Encerramento da Olimpíada Rio 2016

Setembro

02 – Eliminatórias (América do Sul) da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018 – 7ª rodada
06 – Eliminatórias (América do Sul) da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018 – 8ª rodada
07 –
Início dos Jogos Paralímpicos Rio 2016
18 – Encerramento dos Jogos Paralímpicos Rio 2016

Outubro

06 – Eliminatórias (América do Sul) da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018 – 9ª rodada
11 – Eliminatórias (América do Sul) da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018 – 10ª rodada

Novembro

10 – Eliminatórias (América do Sul) da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018 – 11ª rodada
13 –
Fórmula 1 – GP do Brasil
15 – Eliminatórias (América do Sul) da Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018 – 12ª rodada
30 – Final da Copa do Brasil

Dezembro

04 – Última rodada do Campeonato Brasileiro
07 – Final da Copa Sulamericana
07 – Início do Mundial de Clubes da FIFA
17 – Final do Mundial de Clubes da FIFA

É evidente que 2016 promete emoções e muitas horas de esporte, seja na arquibancada ou no sofá de casa. A nossa geração terá a oportunidade de acompanhar uma Olimpíada no Brasil, assim como foi a Copa do Mundo. Espero que o esporte possa nos fazer esquecer um pouco o caos político, crise econômica, atentados, violência e tudo mais que nos assombra. Viva o esporte!

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Retrospectiva 2015

por Diogo de Barros Souza

Ao relembrar os fatos que marcaram o esporte na retrospectiva 2015, fiquei com a sensação de que algo está mudando, os escândalos envolvendo acusações de corrupção na FIFA e os casos de doping no atletismo francês, serviram de combustível para que as investigações continuem e determinem um caminho mais tranquilo para o esporte.

CORRUPÇÃO NA FIFA Uma mancha que dificilmente será apagada mesmo com a prisão dos envolvidos, pois segundo o FBI, isso tudo é apenas o começo.

DESTAQUES NACIONAIS Neymar (futebol), Mineirinho (Surf), Fabrício Werdum e Rafael dos Anjos (ambos do UFC), Ana Marcela Cunha (maratona aquática), Fabiana Murer (Atletismo) e Marcelo Melo (tênis) quebraram a banca.

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DESTAQUES INTERNACIONAIS Djokovic (tênis), Hamilton (automobilismo) e os All Blacks (rugby) se consagraram mais uma vez campeões.

DOPING A equipe russa de atletismo foi punida e corre o risco de não participar dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

RECORDE O Golden State Warriors (NBA) atingiu a marca de 24 vitórias seguidas e nenhuma derrota na mesma temporada.

QUEDA DOS CAMPEÕES O UFC viu seu quadro de campeões mudar constantemente durante o ano.

OLIMPÍADA Um ano antes dos Jogos Olímpicos demonstramos avanço nas obras.

Espero um ano mais limpo e cada vez mais emocionante para o esporte. Feliz 2016!

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16-0

por Diogo de Barros Souza

É realmente fantástico o que a Fábrica de Jogar Basquete do Golden State Warriors está fazendo, conseguiram quebrar uma marca histórica para um início de temporada na NBA, 16 vitórias e nenhuma derrota nos primeiros 16 jogos da temporada. O extinto Washington Capitols (1948-49) e o Houston Rockets em (1993-94) eram os atuais recordistas com 15 vitórias e nenhuma derrota, mas foram alcançados e superados pelos Warriors.

Os números impressionam, assim como a superioridade nos jogos, para se ter uma ideia na partida que consagrou o 16-0, o placar foi de 111 a 77 contra o Los Angeles Lakers, de Kobe Bryant. Além disso, o jogo coletivo é absurdamente fantástico com um entrosamento digno de Dream Team. Com Stephen Curry acertando bolas de três pontos de todos os pontos da quadra e voando baixo e a confiança da equipe lá em cima, o talento dos demais companheiros aparece naturalmente e fica fácil jogar.

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É difícil não se render ao estilo de jogo dos Warriors, com variações de jogadas e precisão de passes e arremessos, determinando o ritmo das partidas e se impondo, jogando na Oracle Arena ou não. Os atuais campeões da NBA estão focados no bicampeonato e a quebra de recordes não deve parar por aí, seja no número de vitórias da equipe ou nos recordes pessoais dos jogadores.

Resta saber se a força do leste, com o Cleveland Cavaliers de Lebron James e cia irá chegar no mesmo nível dos Warriors a uma possível revanche da final da temporada passada. Torço por isso e pela oportunidade de acompanhar o duelo com as duas equipes completas, diferente do último encontro, onde tivemos James (com todo respeito aos demais jogadores) x Golden State Warriors.

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Sem chão

por Diogo de Barros Souza

Na última semana acompanhamos alguns acontecimentos envolvendo o mundo esportivo: terrorismo na França, próximo ao estádio Saint-Denis, onde acontecia o amistoso entre França e Inglaterra; a Rússia sendo temporariamente suspensa das provas de atletismo; e o UFC ficando sem chão com o nocaute sofrido pela superstar e furacão Ronda Rousey contra a também norte-americana Holly Holm no UFC 193. É disso que vamos falar.

No âmbito esportivo, não há o que se discutir sobre a derrota, Ronda foi literalmente dominada e teve poucas oportunidades ou quase nenhuma para finalizar, sua marca registrada. Holm se mostrou uma adversária competente e preparada para neutralizar os pontos fortes da até então campeã do UFC. Após o nocaute, a dúvida que deve estar pairando a cabeça dos dirigentes do UFC é sobre o rendimento e continuidade da ex-campeã na organização, a derrota foi esmagadora e incontestável.

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No âmbito do marketing esportivo, pode ser prejudicial mais para o UFC e para a modalidade esportiva, para Ronda nem tanto, pois ela possui contratos extra UFC e já gravou até filmes. De certa forma, é uma chance de renovação para o UFC, já que alguns ídolos não estão se apresentando mais como antigamente, estão se aposentando, se afastando por envolvimento com drogas ou problemas com a polícia.

Será um grande momento de decisão para Ronda, é hora de pensar na sua carreira dentro e fora do octógono. José Aldo acredita que ela dificilmente retornará ao octógono novamente, já Mayweather acredita na sua volta. A grande mudança na minha opinião, é o surgimento de lutadores mais preparados tecnicamente, com variedade de golpes, condicionamento físico e mais estudiosos, Holm demonstrou que estava totalmente focada na luta e sabia o que fazer, seu forte é o boxe, mas demonstrou qualidades diversas, inclusive o chute final que nocauteou sua adversária, com certeza é fruto de uma nova geração de lutadores. Estamos próximos de um novo começo para o UFC.

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Antológico

por Diogo de Barros Souza

Neymar protagonizou um dos lances mais belos de 2015, o gol antológico na vitória do Barcelona sobre o Villarreal pelo Campeonato Espanhol é digno de placa e Prêmio Puskas. Uma pena que a seleção de gols para o prêmio de 2014/2015 tenha sido encerrada em setembro, mas a obra de arte deverá figurar a lista de 2015/2016. Gols desse tipo são cada vez mais raros no futebol moderno que acompanhamos atualmente, de fato, é o típico gol de craque, do talento nato que possibilita o atleta visualizar segundos antes o que pretende fazer.

Não é apenas treino, tem muito da genialidade e capacidade de transformar o potencial em resultado. Por isso, o gol deixa de ser um detalhe, ele é o espetáculo e o que todos estão esperando. Não estamos na época de Pelé, Maradona, Garrincha, Platini, entre outros, mas já vimos seus gols e tudo que foram capazes de fazer ao longo do tempo. Agora esperamos ansiosos pelos gols de Neymar, Messi, Cristiano Ronaldo, Ibrahimovic e cia. Neymar conseguiu encantar o mundo e criar mais expectativa sobre o seu futebol, porque todos querem ver mais e mais disso.

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Não é só o Brasil que está carente de um bom futebol, o planeta bola necessita de mais craques e gols raros para inspirar a nova geração. Alguns gols são apenas gols, mas o gol antológico de Neymar é diferente, é gol de videogame, é gol de imaginação, é gol de cinema. Quero continuar a acompanhar lances assim, não podemos perder a ousadia e alegria do futebol. Isso não pode acabar!

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Valentino

por Diogo de Barros Souza

O piloto italiano Valentino Rossi, um ícone da motovelocidade está envolvido em uma grande polêmica que aconteceu no GP da Malásia, em Sepang, no último dia 25 de outubro. Valentino, foi punido pela organização da MotoGP e terá que largar na última posição no GP de encerramento da temporada, que será realizado no próximo domingo, em Valência, na Espanha.

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A punição foi por causa do acidente entre Valentino e o espanhol Marc Marquez (irritado com as manobras do espanhol, Valentino espalhou o rival, que acabou caindo após um polêmico toque), a justificativa de Valentino é uma acusação ao espanhol de tentar atrapalhá-lo para favorecer o outro concorrente ao título, o espanhol Lorenzo. Um disse que foi atingido propositalmente e o outro disse que não teve intenção de atingir. A direção de prova interpretou que Rossi derrubou o rival intencionalmente (e derrubou mesmo), e puniu o italiano com três pontos na carteira, por isso ele irá largar na última posição no GP de Valência.

A questão maior é a proporção do ocorrido, envolvendo a imprensa da Itália e da Espanha, além de políticos e figuras importantes dos países. Isso mostra o quanto o esporte é importante e relevante para demonstrar poder e popularidade. Pode ter certeza que ninguém pretende perder essa queda de braço, ainda mais após a visibilidade que causou.

Italianos e espanhóis que não demonstravam interesse pela modalidade, agora terão um motivo especial para acompanhar o grand finale. No último e decisivo GP do ano, o heptacampeão Valentino terá que mostrar que é mesmo Valentino para superar os obstáculos e faturar mais um título para sua galeria. E você, vai perder?

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O Normal

por Diogo de Barros Souza

Jürgen Klopp é um desses treinadores que são mais que treinadores, são torcedores apaixonados pelo clube na pele de um treinador. Todos gostariam de ter um desses no seu time para estremecer e envolver ainda mais a sua torcida. Pois é, o Liverpool conseguiu e causou um grande alvoroço no mundo do futebol desde o anúncio do seu novo técnico. Klopp chega para preencher essa lacuna entre torcida e time, algo que anda faltando no futebol, e principalmente no Liverpool.

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Para se ter uma ideia do envolvimento de Klopp com a torcida e clube, o alemão Borussia Dortmund, seu ex-clube (ele ficou 7 anos por lá), comemorou o retorno dele ao futebol, inclusive festejando nas redes sociais. Precisamos ver isso mais vezes, faz bem para o futebol e integra torcidas apaixonadas, capazes de festejar a presença do seu treinador preferido. Imagine um jogo entre Borussia Dortmund contra o Liverpool na Alemanha, a recepção da torcida alemã com certeza será algo inesquecível.

O Liverpool entrou na onda de aceitação do treinador, e criou uma linha exclusiva de produtos (tudo isso na mesma semana de apresentação), utilizando uma expressão dita por Klopp na sua coletiva de apresentação, ‘The Normal One’. O português José Mourinho do também inglês Chelsea, gosta de ser conhecido como ‘Special One’, mas na sua chegada o carismático alemão disse que não tem nada de especial, e que é apenas O Normal.

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Bastou isso para Klopp cair nas graças do torcedor e ganhar sua linha exclusiva de produtos ‘normais’. O marketing do Liverpool agiu rápido e entendeu a expressão como uma rivalidade sadia entre técnicos e clubes. Ganha o torcedor, ganha o futebol. Sinceramente, gostava muito de assistir aos jogos do Borussia quando Klopp estava à beira do gramado comandando a equipe, era muito bom sentir a atmosfera presente no estádio, espero que isso se repita com o Liverpool também, assim Klopp nunca irá caminhar sozinho pelas ruas da terra dos Beatles.

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Das Américas

por Diogo de Barros Souza

Um milionário italiano teve a ideia de realizar a Champions League das Américas, com a participação de clubes da América do Sul, Canadá e Estados Unidos. Seria a nossa versão da Champions League da Europa, inclusive com a proposta de uma premiação interessante para os clubes participantes.

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Sinceramente, penso que é um projeto bem ousado e interessante, mas também sinto ser bem difícil de acontecer, principalmente pelo calendário diferente de cada país. Talvez, tenha mais sucesso uma espécie de Copa num período curto com os melhores classificados dos torneios continentais. O interesse de clubes em participar, sempre vai existir, até porque a premiação ajuda bastante nesse quesito. O projeto do italiano Riccardo Silva seria de fato um sonho para os apaixonados por futebol e uma grande revolução para os clubes, confederações e imprensa.

A possibilidade da Champions League das Américas existir ainda é remota, mas acho que poderia ser pensado uma alternativa para as Eliminatórias da Copa do Mundo também, para enfim motivar os torcedores a acompanhar melhores disputas e a alternância no nome das equipes que se classificam de 4 em 4 anos para o mundial das seleções. As mudanças no futebol precisam acontecer urgentemente e 0 atual momento de corrupção favorece para novos rumos de um esporte que se encontra com graves problemas políticos.

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Não, obrigado

por Diogo de Barros Souza

Por mais que se tente explicar, é muito difícil entender o que faz um jogador aos 30 anos de idade recusar uma convocação para a seleção de seu país, em uma posição historicamente carente. O brasileiro e lateral direito do Bayer de Munique, Rafinha, pediu dispensa da convocação para as Eliminatórias da Copa do Mundo 2018, que será realizada na Rússia. Cogita-se a hipótese de uma certa vontade do jogador em atuar pela Alemanha, já que está prestes a conseguir a cidadania alemã e por achar que não tem chances reais de futuro na Seleção Brasileira.

Sempre pensei que Rafinha poderia ter mais chances na Seleção principal, mas nunca teve. Ele já participou de competições oficiais com as seleções de base, inclusive um mundial sub-20 e uma Olimpíada. Parece que esse pode ser o empecilho para que o seu desejo em atuar pela seleção da Alemanha não se concretize, o regulamento da FIFA impede que um jogador que já tenha atuado em competições oficiais por uma seleção nacional, jogue por outra. Mas isso vai ficar para os advogados discutirem, já que ele não completou sequer um jogo inteiro na seleção principal do Brasil.

Penso que se o Brasil tivesse goleado a Alemanha por 7 x 1 e levado a Copa do Mundo 2014, dificilmente algum jogador teria coragem para dispensar uma convocação, essa questão da perda do prestígio e respeito da Seleção Brasileira deve pesar (não deveria) na cabeça do jogador, ainda mais quando se tem a oportunidade de jogar pela seleção campeã do mundo.

Contudo, Rafinha foi claro na resposta da pergunta: Seleção Brasileira? Não, obrigado.

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Além do esporte

por Diogo de Barros Souza

O gesto de humanidade da Alemanha no acolhimento aos refugiados da guerra civil da Síria é digno de aplausos. A questão política foi substituída pela preocupação com o próximo, porque o povo alemão tem maturidade suficiente para entender que pode ajudar quem mais precisa. Os clubes da Bundesliga (Campeonato Alemão) abraçaram a causa e também ofereceram ajuda aos inúmeros imigrantes que chegam ao país todos os dias.

Além de comida, roupas e cobertores, os clubes alemães estão abrigando os refugiados nas suas instalações, e planejando algo a longo para eles. O Borussia Dortmund convidou 220 refugiados para assistirem ao duelo contra o Odds Ballklubb, pela Liga Europa. O convite fez parte de uma ação maior, “Chegando em Dortmund”, que por sua vez era parte de uma ação nacional que pretende dar as boas-vindas e facilitar a chegada de refugiados em toda a Alemanha.

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O Bayern de Munique vai doar um milhão de euros para ajudar imigrantes e irá criar um campo de treinamentos para crianças, junto com a prefeitura de Munique. Também serão oferecidas aulas e alimentação. “O FC Bayern vê como sua responsabilidade social ajudar as crianças, mulher e homens em sofrimento, apoiá-los e acompanhá-los na Alemanha”, disse o presidente do clube, Karl-Heinz Rummenigge.

Segundo a ministra alemã do Trabalho e Assuntos Sociais, Andrea Nahle, a Alemanha espera receber em 2015, cerca de 800 mil pessoas que buscam asilo, quatro vezes mais que em 2014. Esse número explica bem a preocupação de um país inteiro com os problemas dos outros. As ações de solidariedade da Alemanha e dos clubes alemães vão além do esporte, e são grandes exemplos do que um país desenvolvido e gigantes esportivos podem fazer pela sociedade.

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Atropelo

por Diogo de Barros Souza

Explicar o fenômeno Bolt é simplesmente inexplicável, toda atmosfera que envolve o super atleta deixa o mundo inteiro encantado. Seja pela performance ou pelo carisma, o jamaicano arrasta multidões e torna-se cada vez mais ídolo do esporte, e não apenas do atletismo. Ao assistir suas provas, muitas vezes me confundo e tenho a impressão de estar assistindo a um comercial de uma marca esportiva, ao ver sua velocidade espantosa contra seus adversários que fazem o papel de figurantes.

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O título de homem mais rápido do mundo (9.58 nos 100 m rasos) não é à toa, sua marca é tão expressiva que não parece estar ameaçada, muito por conta da atual diferença entre ele e os demais candidatos à quebra do recorde mundial nos 100 m rasos. Como um raio contemporâneo ou uma flecha ancestral, Usain Bolt vai construindo sua brilhante história que ainda parece ter muitos capítulos. O atropelo nos adversários não significa apenas superioridade, tem um fundo científico, humano e esportivo.

Desde Pequim 2008, o jamaicano ganhou todas as provas de que participou no mundial e nos Jogos Olímpicos, com exceção de uma, em que foi desqualificado por ter queimado a largada. Ele nasceu para fazer isso e tem prazer em se ‘mostrar’ fazendo o que mais sabe fazer. Bolt, sem dúvida será uma das maiores estrelas da Rio 2016, e tem tudo para marcar mais uma vez seu nome em uma Olimpíada.

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Acréscimo

por Diogo de Barros Souza

Sempre me pergunto qual é o critério para definir os minutos de acréscimo no futebol, um dos poucos esportes que ainda resistem ao uso da tecnologia para esse tipo de decisão. O de praxe sempre é 1 minuto no primeiro tempo e 3 no segundo tempo, mas por quê?

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Será que é porquê o jogo não está tão interessante assim, e merece terminar logo ou pelo simples fato de não existir critério, apenas a interpretação (achismo) do árbitro caracterizam o teor da decisão dos minutos que restam para o fim do jogo. Gostava muito de acompanhar as estatísticas sobre o tempo de bola em jogo nas transmissões da TV (hoje em dia não dão mais tanta atenção assim), porque ali você conseguia ver o quanto de tempo é desperdiçado durante as partidas para ser compensado em apenas 1 ou 3 minutos. No Brasileirão Chevrolet 2015, a média do tempo de bola em jogo fica em torno de 60 minutos, segundo o Infoesporte, os 30 minutos restantes se perdem nas faltas, substituições, tiros de meta, escanteios, reclamações, laterais, fair play, etc.

Na minha opinião, um acréscimo próximo do ideal seria de 3 minutos no primeiro tempo e 6 minutos no segundo, assim minimizaria a perda de tempo entre uma cera e outra, principalmente no segundo tempo, parte do jogo onde o maior número de substituições acontece. Em alguns jogos, os árbitros simplesmente ignoram a zona de substituição quando o placar está aberto para uma das equipes, de forma a tentar ‘correr’ com a partida. Poucas vezes, assistimos a um jogo no Brasil com intensidade na maior parte do tempo, diversas vezes o seu ritmo é quebrado pelas inúmeras situações que os jogadores criam para interromper a partida.

O valor que é cobrado pelo ingresso de um jogo atualmente (a partir de R$ 40,00), deve ser levado em conta quando pensamos em proporcionar um espetáculo. Os minutos de acréscimo poderiam ser cronometrados, afim de dar mais dinâmica ao jogo, e quem sabe assim proporcionar mais emoção aos torcedores.

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Exemplo

por Diogo de Barros Souza

A participação brasileira nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015 apresentou novamente um brilhante desempenho do Brasil no esporte paralímpico. De fato, o Brasil sempre se destacou, mas desta vez além do recorde de medalhas de ouro e pódios, conseguimos acompanhar a ascensão de novos talentos e a despedida de alguns ídolos, num claro exemplo de renovação natural.

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Todo esse sucesso passa pela gestão do CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro) que investe e acredita muito no profissionalismo para conquistar os objetivos. Seja na gestão dos recursos ou no investimento de jovens talentos, o CPB realiza muito bem suas tarefas e desenvolve cada vez mais o esporte paralímpico. Com uma previsão financeira para 2015 em torno de R$ 87.764.757,50 (renda obtida em quase toda sua totalidade de verbas públicas), o CPB tem a esperança de um incremento na casa dos R$ 90 milhões para 2016, o que ajudaria bastante no caminho para atingir seu maior objetivo.

O objetivo é o quinto lugar geral nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016. Tudo está sendo traçado devidamente, e todos acreditam que é possível, após o sétimo lugar de Londres em 2012. Eu também acredito e penso que seria um belo prêmio a todos os envolvidos. O esporte brasileiro precisa de exemplos assim para sempre se renovar e continuar a brilhar.

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Também quero

por Diogo de Barros Souza

Antes dos jogos da 18ª rodada do Brasileirão Chevrolet 2015, os árbitros fizeram um protesto contra o veto da presidente Dilma sobre o repasse de 0,5% dos recursos dos direitos de transmissão à arbitragem. O artigo faz parte da Lei de Responsabilidade Fiscal. O também quero dos árbitros deve ser respeitado, assim como outros protestos, seja de jogadores, torcedores ou imprensa.

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A manifestação e o choro são livres, dessa forma, a CBF deve respeitar também as manifestações contra a própria entidade, e suas peripécias. O futebol brasileiro precisa ser mais transparente e avançar para ser considerado profissional e imparcial. Por exemplo, não é aceitável ver um árbitro paulista, apitando um jogo de um time paulista contra um time nordestino, na casa do time paulista, mas no Campeonato Brasileiro. Isso aconteceu no jogo entre Corinthians x Sport, pela mesma rodada do protesto.

O repasse de 0,5% dos direitos de transmissão da TV, renderia algo em torno de R$ 10 mil por partida ao quarteto de arbitragem. Atualmente, os árbitros FIFA ganham cerca de R$ 4 mil por jogo, um aspirante à FIFA algo em torno de R$ 3,2 mil e os demais recebem R$ 3 mil. Penso que o caminho para amenizar o pedido dos árbitros seria a profissionalização da classe, mais treinamento e tecnologia, isso implicaria em melhores jogos e diminuição das polêmicas após cada rodada. O futebol brasileiro não merece continuar com o sistema arcaico de agora, afinal somos o único país pentacampeão do mundo, temos o atleta do século e blá, blá, blá…

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Super Ronda

por Diogo de Barros Souza

É um raio? É uma metralhadora? Não. É simplesmente a Super Ronda. Assim, Ronda Rousey passou pelo Brasil no UFC 190, confirmou seu título mais uma vez e arrasou a mídia, TV aberta, pay-per-view e milhares de fãs. O UFC tem um grande produto feminino para disseminar a marca e o esporte, porque ela consegue causar impacto por onde passa e tornar atraente um esporte até então totalmente masculino.

Ronda consegue aliar o marketing ao esporte perfeitamente, poucos atletas conseguem entender a importância da sua imagem e tudo que representam, talvez não seja fácil manter o profissionalismo, dedicação aos treinos, ser um fenômeno de popularidade, participar de filmes  e ainda ser a melhor do mundo na sua modalidade. São esses desafios que um grande atleta precisa superar para se manter no topo e tornar-se ídolo, referência de estilo e comportamento, além de inspiração para os jovens.

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Essa combinação faz parte da rotina de Ronda há muito tempo, campeã olímpica no Judô tem o DNA esportivo no sangue, sua mãe AnnMaria de Mars foi campeã mundial de Judô. Recentemente, Ronda foi eleita a atleta viva mais dominante do mundo, segundo a revista “Business Insider“, ficando a frente de Lebron James e Serena Williams. Manter o nível para se manter no topo é o atual desafio da Super Ronda, para tal precisa de foco naquilo que melhor sabe fazer, e aproveitar as oportunidades para se tornar uma estrela também fora do octógono.

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Chegando

por Diogo de Barros Souza

Estamos próximos da marca de Faltam 365 dias para a Olimpíada Rio 2016, e as expectativas se mostram nubladas para o desempenho dos atletas brasileiros. Os Jogos Pan-Americanos Toronto 2015 terminaram há uma semana e a classificação brasileira no quadro de medalhas foi a terceira posição, ficando atrás dos Estados Unidos e do Canadá, respectivamente.

É um pena ver que os Jogos Pan-Americanos não são atrativo para alguns atletas e confederações esportivas, sendo um dos motivos a concorrência de Mundiais de diversas modalidades no mesmo período que os Pan-americanos, causando a ausência de algumas estrelas esportivas. Se para alguns é uma excelente vitrine, para outros é apenas mais um evento a ser descartado, tirando o prestígio da competição.

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É evidente que o calendário esportivo atrapalhou um pouco, motivando alguns países a enviarem atletas de nível médio ou inferior para Toronto, mas com a Olimpíada chegando seria interessante acompanharmos a performance dos atletas Nível A, até porque a competição tem o caráter de preparação para os Jogos Olímpicos. Por isso, não podemos ficar muito empolgados com a participação brasileira em Toronto, já que não competimos em alto nível, mesmo tendo estrutura e ambiente para tal.

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Chuva de dinheiro

por Diogo de Barros Souza

O ato promovido pelo comediante inglês Simon Brodki na entrevista coletiva da FIFA sobre as novas eleições para presidente, é sem dúvida uma das grandes imagens do ano, por mais que tenha sido por poucos segundos, a mensagem foi bem clara. As denúncias sobre corrupção na maior entidade do futebol irão permanecer por um bom tempo, mesmo que se ‘limpe a casa’, tudo indica que Blatter continuará apitando por lá, isso é comum no meio esportivo, por ter ficado tanto tempo na presidência, suas raízes permanecerão por alguns bons anos.

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O fato é que o futebol está em um momento de desconfiança total, a chuva de dinheiro é apenas um ato de manifestação de um comediante, mas que representou àqueles que se preocupam com o esporte mais popular do planeta. Blatter se tornou o ícone de uma mancha na história do futebol, mas é certo que ele não é o único,  o seu azar é ser o mais conhecido por presidir a maior entidade de todas.

A preocupação maior é pela comédia que o futebol virou, cartolas fanfarrões e dinossauros continuam a frente das entidades e bloqueiam o seu desenvolvimento. O futebol precisa ser moderno e dinâmico para acompanhar a evolução dos seus admiradores, esse tipo de atitude é normal em outros esportes, mas as mudanças precisam ser aceitas por seus dirigentes que por um motivo ou outro sempre são os mesmos.

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Ídolos

por Diogo de Barros Souza

Não é comum acompanharmos jogadores permanecerem por tanto tempo em um clube, e quando isso acontece se tornam verdadeiros ídolos. Nos últimos dias, acompanhamos duas despedidas e um retorno. Bastian Schweinsteiger após 17 anos deixou o clube alemão Bayer de Munique e foi para o inglês Manchester United, Iker Casillas encerrou o seu ciclo no espanhol Real Madrid após 25 anos e partiu para o português Porto, e por fim, Carlos Tevez retornou ao Boca Juniors, seu clube de coração, após 10 anos atuando no Brasil e na Europa, seu último clube por lá foi o italiano Juventus (finalista da Champions League 2014-2015).

Certamente, são três histórias interessantes e bem diferentes. Entre eles, o mais feliz é Tevez, o aventureiro é Schweinsteiger e o triste é Casillas. Na sua entrevista de despedida e na apresentação ao Porto, consegui perceber nitidamente a sua tristeza. Eu nunca imaginei ver o Casillas um dia fora do Real Madrid. Ele é o tipo de jogador bandeira de um clube, assim como Pelé no Santos, Totti na Roma, Marcos no Palmeiras, Rogério Ceni no São Paulo, entre outros. Acredito que o seu objetivo sempre foi encerrar a carreira em alto nível no clube que o revelou.

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Já Schweinsteiger parece estar curtindo mais a sua transferência, está na onda pós-Copa do Mundo e também no aumento do intercâmbio de jogadores alemães em outros centros do futebol, esse número tem aumentado consideravelmente nos últimos anos. Os clubes alemães se tornaram exportadores também, e por isso alguns jogadores procuram sair da zona de conforto e buscar novos desafios.

Tevez é só alegria e uma grande exceção, porque escolheu retornar ao seu clube de coração ainda jogando em alto nível, esse tipo de escolha é totalmente diferente do normal. Pela sua felicidade, realmente existe algo além do dinheiro para ele, representar o seu povo, jogar no seu país e no clube onde tudo começou. Uma atitude rara e digna de exemplo para os jogadores do mundo inteiro.

Gostaria muito de acompanhar essa identificação no esporte mais vezes, porque faz bem e faz acreditar que existe sentimento, além do profissionalismo. O esporte precisa de ídolos, Schweinsteiger, Casillas e Tevez são exemplos clássicos para quem precisa de um modelo para seguir.

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Gol da Alemanha

por Diogo de Barros Souza

Parece que o tempo não passou, porque cada gol da Alemanha ainda está recente na memória dos brasileiros e vai continuar por um bom tempo, mas o aniversário dos 7 x 1 da Alemanha contra o Brasil na semifinal da Copa do Mundo 2014, completou 1 ano ontem e por incrível que pareça, a desconfiança e a impaciência continuam presentes na relação: Torcida Brasileira x Seleção Brasileira. A derrota e do jeito que foi, acarretou em uma série de deficiências em toda estrutura do futebol brasileiro, e muita coisa despontou para o início de uma grande reformulação no futebol pentacampeão do mundo.

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Mas até o momento e com o escândalo da FIFA, ainda não conseguimos enxergar nenhum tipo de mudança significativa, muito pela falta de preparo dos comandantes do futebol aqui no Brasil. O que acontece fora de campo reflete em dobro nas ações dentro dele. Não é apenas de vitória que precisamos, e sim mudar a forma que entendemos o futebol.

Acredito que uma mudança de fato, é a reorganização do calendário do futebol brasileiro, que está fora dos padrões mundiais. Apenas com uma mudança desse tipo, vamos conseguir ter chances para avançar no fortalecimento dos clubes nacionais, revelar mais talentos e fortalecer a Seleção Brasileira, porque assim iremos conseguir respeitar as datas FIFA e não prejudicar os campeonatos estaduais, regionais, nacionais e continentais, valorizando ainda mais nossos clubes e jogadores.

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Roupa nova

por Diogo de Barros Souza

A partir de agora, os gladiadores do terceiro milênio terão roupa nova para utilizar na semana da luta, em compromissos oficiais do UFC e também no octógono. A parceria entre UFC e Reebok foi divulgada esta semana, e pretende marcar uma nova era para o UFC. A Reebok passar a ser a única fornecedora de materiais esportivos dos lutadores da Organização, isso implica em um contrato de exclusividade para cada um deles. O UFC repassará um valor para cada lutador, de acordo com tempo do atleta na Organização e sucesso nas vendas de uniformes do próprio lutador.

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A estreia dos uniformes acontecerá no UFC 189, dia 11 de julho, que teria José Aldo no card principal defendendo o cinturão dos pesos-penas contra o irlandês Conor McGregor. O novo contrato determina o fim dos banners no octógono e o uso de uniformes com a exposição das marcas dos patrocinadores pessoais dos lutadores. As novas determinações não foram bem aceitas pelos lutadores, porque nem sempre tem luta ou eles podem ficar um bom tempo lesionados, e com as novas regras a dificuldade de captar patrocínio se tornará ainda maior.

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A questão toda trata sobre a falta de exposição dos patrocinadores pessoais dos lutadores durante o período que mais se espera, a semana da luta. Acredito que tudo é muito novo, até mesmo para o UFC que compara o seu acordo com os contratos praticados na NBA e NFL, mas acontece que por lá, os jogadores recebem salário mensal, muito diferente do UFC, onde os lutadores recebem por luta. O UFC vai precisar encontrar um ponto de equilíbrio para que todos saiam ganhando e entendam a visão do acordo com a Reebok. Agora é lutar para ver!

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Chato

por Diogo de Barros Souza

Definitivamente o futebol brasileiro está chato. Não estou falando apenas do futebol da Seleção Brasileira, mas de todo o território verde e amarelo. Recentemente, discutimos mais os problemas e polêmicas fora de campo do que dentro dele, não bastasse o trauma alemão, conhecido como 7 x 1, enfrentamos grave crise técnica, tática, moral e profissional. Além disso, e para somar com o péssimo momento do nosso futebol, a cada semana surgem denúncias de corrupção no esporte mais popular do planeta, muitas delas envolvendo clubes, dirigentes e jogadores brasileiros.

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Há um ano, sediamos uma Copa do Mundo, mas parece que nada aconteceu por aqui, continuamos a presenciar os mesmos erros e lambanças de outros anos e sem perspectiva de evolução. Alguns clubes tentam evoluir e andar sozinhos, mas não são vistos dessa forma, porque estão envolvidos em uma atmosfera que não se interessa em permitir ou seguir esse caminho. Resumindo, é mais fácil deixar como está para não virar um formigueiro de mudanças, que acabaria extinguindo os que são contra uma nova visão para o esporte e desejam proporcionar esperança de tempos melhores para os seus apaixonados.

Os brasileiros mostram-se dispostos a buscar novos esportes, e isso é muito bom. Não é à toa que o UFC, NBA, futebol americano, beisebol, entre outras modalidades, estão cada vez mais na nossa programação televisiva e nas conversas das rodas de amigos. É a clara demonstração de insatisfação com a forma que o esporte número 1 do país está sendo conduzido. No mundo globalizado de hoje, qualquer deslize se torna motivo para se perder um fã, algo impensável lá atrás.

Não sou muito antigo, mas posso dizer que na minha época, era possível vibrar com o futebol e discutir com os amigos sobre o que acontecia nas quatro linhas, porque era apenas isso que importava. Existia STJD, arbitragem polêmica, pouco tempo de bola em jogo, poucos minutos de acréscimo, mas nada que tirasse o brilho dos gols e das jogadas, porque (novamente) era apenas isso que importava. Mas agora vivemos a época CBF – Caos Brasileiro no Futebol, acho que acabo de criar uma sigla para tudo que está acontecendo, talvez seja essa sensação, porque de fato estamos vivendo um caos.

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Herói improvável

por Diogo de Barros Souza

Quando temos um jogo disputado e com protagonistas de cada lado, nós torcedores costumamos destinar nossa torcida para um desses protagonistas na maioria das vezes, pois eles representam suas equipes e torcidas. É a camisa do protagonista que queremos comprar, é dele que esperamos um autógrafo e assim vai. A final da temporada 2014-2015 da NBA (Liga de basquete americana) não foi diferente. Se de um lado, o Cleveland Cavaliers era representado por Lebron James, considerado o melhor jogador do mundo na atualidade, do outro, tínhamos o Golden State Warriors representado por Stephen Curry, jovem promessa (agora realidade) e MVP (jogador mais valioso) da temporada regular.

Esse era o desenho da final que começou com vantagem dos Warriors na série (melhor de 7 jogos), mas logo teve a virada dos Cavaliers, com o surgimento do primeiro herói improvável, Matthew Dellavedova (australiano e com um dos menores salários da NBA). Até que Steve Kerr (técnico dos Warrios) resolveu escalar como titular no 4º jogo da série, um jogador que até então vinha sendo o maior obstáculo do protagonista Lebron James, Andre Iguodala.

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A partir da escalação de Iguodala como titular, os Warriors não perderam mais, fecharam a série em 4 x 2 e se sagraram campeões da NBA, após 40 anos de jejum. Resumir em um parágrafo o que ele jogou faz parecer que não foi nada. Além de marcar James, Iguodala roubou bolas importantes e marcou muitos pontos, inclusive da linha de 3. Essa é a história do verdadeiro herói improvável da série que faturou o prêmio individual de MVP das finais, desbancando os protagonistas e grandes estrelas. O esporte é ou não é algo sensacional?

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Mais que um jogo

por Diogo de Barros Souza

Em meio ao caos envolvendo as investigações entre o FBI e a FIFA, conseguimos acompanhar no último sábado um grande espetáculo do esporte conhecido como futebol. A decisão da UEFA Champions League é muito mais que um jogo, certamente porque consegue envolver uma enorme quantidade de pessoas, que ficam aguardando ansiosamente a sua decisão todos os anos. A final de 2014-2015 foi entre Juventus x Barcelona, e aconteceu no estádio Olympiastadion (palco da final da Copa de Mundo de 2006), em Berlim (Alemanha) com grandes astros e muita expectativa em torno do jogo.

Há alguns anos, era muito difícil assistir algum jogo da Liga dos Campeões na TV aberta, era comum apenas na TV paga. Sou fã confesso da ‘Champions’ e tentava de várias formas assistir uma partida em algum bar, pela internet ou na casa de um amigo. Mas hoje em dia, tudo mudou. Para se ter uma ideia da dimensão da final, aqui no Brasil tivemos transmissão em cinema, balada, tv paga e na tv aberta, ou seja, extrapolou e atendeu a todos os tipos de público.

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O esporte precisa disso, a UEFA (entidade máxima do futebol europeu) juntamente com seus patrocinadores, principalmente a Heineken (cervejaria holandesa), consegue atingir níveis de envolvimento esportivo e comercial fora da linha normal de engajamento que estamos acostumados a acompanhar. Quando nos deparamos com alguma garrafa da Heineken é difícil não lembrar da Champions League. As ações da Heineken com a ‘Champions’ são constantes e acontecem em várias mídias ao mesmo tempo.

A decisão é realizada em jogo único, mas com uma atmosfera tão impressionante, que você não sente falta do segundo jogo, porque aquele é o momento e tudo é preparado para acontecer durante uma única disputa. Podemos dizer que o interesse mundial chega próximo do que temos em época de Copa do Mundo.

Ah… sobre o jogo, o resultado foi 3 x 1 para o Barcelona.

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Pediu pra sair

por Diogo de Barros Souza

Onde há fumaça há fogo e todo boato tem um fundo de verdade são ditados populares bem conhecidos por todos, e também por Joseph Blatter. O suíço renunciou ao cargo de presidente da FIFA, dias após ter sido eleito para mais um mandato da entidade. O cerco se fechou, e Blatter será insistentemente investigado pelo FBI até que encontrem algo que o incrimine. Ele está ciente disso, e com toda essa investigação sentiu que perdeu força e aliados, assim teria um mandato bem complicado e cheio de desconfianças. O que ele fez, pediu pra sair.

A renúncia vai colaborar com as investigações do FBI e também enfraquecer dirigentes do mundo todo, forçando-os a renunciar também, abrindo caminho para gestões profissionais e transparentes. O futebol ganhou um aliado no combate à corrupção,  o FBI não está brincando e a varredura vai continuar, mesmo com Blatter fora.

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Aqui no Brasil, a bola da vez é a dúvida sobre o que vai acontecer com a CBF e Marco Polo Del Nero, seu atual presidente. A tendência é que ele renuncie logo menos, com toda pressão e especulação deverá seguir o mesmo caminho de Blatter. Com a iminente saída de Del Nero da presidência da CBF, acredito que a limpeza da corrupção afete todo o futebol brasileiro. Corrupção essa que é uma herança da era João Havelange e Ricardo Teixeira. E nós, torcedores, agora temos a esperança de acompanhar uma revolução e um novo tempo para o futebol.

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Sujeira

por Diogo de Barros Souza

Infelizmente, a corrupção faz parte do esporte, e felizmente agora o FBI (Agência de Investigação Americana) também. O dia 27 de maio de 2015 entra para a história como o início de uma verdadeira revolução no futebol mundial. Sete dirigentes da FIFA (entidade que manda no futebol) foram presos na Suíça com suspeita de corrupção envolvendo nada mais nada menos que US$ 150 milhões de dólares.

Entre as acusações estão: compra de votos na escolha das sedes das Copas de 2018 (Rússia) e 2022 (Qatar), propina por contratos de televisão, entre outros. Uma verdadeira rede de sujeira foi apresentada para o mundo. Entre os acusados temos três brasileiros: José Maria Marin (ex-presidente da CBF), José Hawilla (Traffic) e José Lázaro Margulies (proprietário de empresas ligadas a transmissões esportivas).

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Há quanto tempo ouvimos falar em dirigentes pré-históricos, empresários e intermediários no futebol, parece que alguém, no caso o FBI, resolveu investigar a fundo essa história e há 3 anos duvida das ações da FIFA. Escrevo esse post ao som de Vossa Excelência, música do Titãs, e atenção ao trecho: ‘Um dia o sol ainda vai nascer quadrado.’ Provavelmente, teremos mais notícias boas em um futuro próximo, com a prisão e acusação de vários dirigentes e dinossauros do mundo futebolístico.

Para se ter uma ideia da era jurássica, Joseph Blatter (suíço) está desde 1998 (quando a França venceu a Copa do Mundo diante do Brasil) no cargo de presidente da FIFA e prestes a se reeleger mais uma vez. A esperança é por dias melhores para o futebol, mais transparência nos negócios e honestidade dos seus dirigentes. O futebol é um negócio tão lucrativo que se torna alvo de corruptos, que apenas atrasam o seu desenvolvimento e principal objetivo, quando falamos em igualdade, distinção, respeito e jogo limpo.

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Mar de gente

por Diogo de Barros Souza

Há tempos que acompanhamos o crescimento das corridas de rua no Brasil, a cidade de São Paulo por exemplo, chega a ter duas ou mais corridas no mesmo final de semana. No último domingo (17/05), aconteceram duas grandes corridas no Estado de São Paulo: a Maratona de São Paulo com 16 mil inscritos e os 10 Km Tribuna FM, realizado na cidade de Santos, com 21 mil participantes. Estamos falando de 37 mil pessoas correndo por aí em eventos realizados no mesmo dia, um verdadeiro mar de gente.

Chegada dos 10 Km Tribuna FM na orla da praia de Santos

Segundo dados da FPA (Federação Paulista de Atletismo), em 2014 tivemos 361 corridas no Estado de São Paulo, 38 corridas a mais que o ano anterior, um crescimento de 11,76%. São números expressivos que comprovam a preferência da ‘geração saúde’ do século XXI: praticar atividade física em grupo. Quando analisamos o número de participações, temos a confirmação disso, nas 361 corridas do ano passado tivemos 653.140 participantes.

Academias, assessorias esportivas, confecções, estamparias, lojas de artigos esportivos, entre outros agradecem e ficam felizes com essa mobilização dos corredores de rua, porque a procura pelos seus produtos e serviços aumentam e muito na época das corridas. O crescimento das corridas de rua é proporcional à adesão da prática esportiva por parte da sociedade, com a proximidade da Olimpíada em 2016, a tendência é de um crescimento ainda maior.

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Censurado

por Diogo de Barros Souza

O que aconteceu na primeira rodada do Brasileirão Chevrolet 2015, entre Palmeiras x Atlético-MG no estádio Allianz Parque (casa do Palmeiras) foi totalmente inadmissível. Por ordem da CBF (maioral do futebol brasileiro), as placas com o nome Allianz foram cobertas, porque representavam uma segunda linha (a primeira são as placas em volta do gramado) de propriedade estática, que segundo a entidade não é permitida nos estádios. Mas peraí, o estádio é do Palmeiras e o Palmeiras tem uma negociação com a Allianz para exploração do nome do estádio, o famoso ‘naming rights’, ou seja, a exposição do nome naquela localização (estratégica ou não) faz parte do acordo entre Palmeiras e Allianz.

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Atualmente, é tão difícil encontrar novas formas de patrocínio, e quando encontram, sofrem com resistência e administração jurássica. A CBF fez questão de se explicar prontamente sobre o assunto, e informou que tudo aconteceu por um “excesso de zelo da empresa terceirizada encarregada dos procedimentos operacionais nos estádios”. Segundo o Marketing da entidade, todos estão avisados e os tampões não irão mais se repetir. A Allianz se pronunciou e disse entender o ocorrido, porque que o ‘naming rights’ é algo novo no Brasil. A empresa possui experiência desse tipo de problema em outros países, e informou que não pretende suspender a ação em dar nome ao estádio do Palmeiras.

Bem, diante de tudo isso, entendo que foi um grande erro o ato censurado da CBF. A entidade deve apoiar e estimular ações do tipo nome do estádio ou então começar a proibir também publicidade nos telões dos estádios, cadeiras da arquibancada, etc. A Copa Sadia do Brasil tem ‘naming rights‘, assim como o Brasileirão Chevrolet, então por que se meter no ‘naming rights’ dos outros?

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Nosso legado

por Diogo de Barros Souza

Era pra ser um domingo de festa, emoção e comemoração na Arena Castelão, decisão do Campeonato Cearense 2015. O jogo entre Fortaleza e Ceará proporcionou tudo isso e mais um pouco: estádio lotado, virada no placar e um gol de empate e do título do Ceará aos 49 minutos do segundo tempo. Até aí estava tudo certo, mas alguns inconsequentes quiseram estragar toda a festa transformando o gramado numa verdadeira praça de guerra.

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O nosso legado da Copa do Mundo parece não ser tangível ainda, pois não conseguimos entender o sentido do esporte, onde ganhar e perder é totalmente válido e que o adversário precisa ser respeitado ou então não temos disputa e o jogo. Aprendemos na vitória e principalmente na derrota, e temos amigos que torcem para outros times, nem por isso precisamos brigar entre si com paus e pedras para decidir qual time é o mais forte.

A disputa é no campo, na quadra e na paixão de cada um, não precisamos estragar momentos de festa só porque o resultado não foi o planejado. O legado depende das atitudes esportivas de cada um, para que não aconteça mais esse tipo de violência.

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Última chance

por Diogo de Barros Souza

Jon Jones é mais um atleta a conseguir encontrar problemas fora do esporte e manchar sua carreira profissional. Na última semana, ele acabou se envolvendo em um acidente de carro, após ultrapassar o sinal vermelho e colidir com dois carros, em um deles estava uma mulher grávida. Para piorar um pouco mais a situação, Jones não prestou socorro e quando foi parado pela polícia, encontraram drogas em seu carro. Ao se apresentar à polícia, o campeão do UFC pagou fiança e foi liberado.

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O UFC tomou medidas rápidas contra o lutador e lhe tirou o cinturão, cancelou sua luta no UFC 187, o afastou por tempo indeterminado, tirou seu nome dos rankings e rescindiu seu contrato com a Reebok, que até então era sua principal patrocinadora. A Muscletech, empresa de suplementos alimentares, também rescindiu com Jones.

Não bastasse tudo isso, Dana White (chefão do UFC) avisou que essa é a última chance de Jon Jones. Esse tipo de comportamento é totalmente contra ao que ele está pretendendo para o UFC e seus atletas. O contrato com a Reebok é um exemplo disso, com os lutadores tendo participação nas vendas de seus próprios produtos. Atitudes como essas arranham muito a imagem do UFC.

Agora Jon Jones é um ex-campeão do UFC e vai precisar lidar com isso para saber o que fazer da sua vida.

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Tarde da noite

por Diogo de Barros Souza

Os jogos de futebol às 22h durante a semana são um problema para quem frequenta o estádio e para quem gosta de assistir pela TV, porque a maioria das pessoas precisa acordar cedo no dia seguinte para trabalhar e esses jogos costumam terminar por volta da meia-noite, e quando vão para os pênaltis, acabam mais tarde ainda. Esse não é o principal motivo, mas é um dos responsáveis pela queda de público na maioria dos estádios brasileiros e pela baixa audiência dos jogos televisionados tarde da noite.

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Marco Polo Del Nero (ex-presidente da Federação Paulista de Futebol e atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol) pretende conversar com a Rede Globo, a respeito dos horários dos jogos. Ele imagina que 21h30 seja um horário mais adequado e que agradaria muitas pessoas. A verdade é que hoje em dia, existem várias possibilidades de entretenimento com shows, bares temáticos, TV a cabo mais acesível e até o UFC está realizando eventos durante a semana. Tudo isso compete com o futebol e faz com que sua audiência despenque consideravelmente.

Realmente a melhor opção é conseguir que os ‘Jogos da TV’ na quarta-feira sejam realizados mais cedo, por volta das 21h acredito que seja o ideal, pois dá tempo de sair do trabalho às 18h, se deslocar até o estádio e depois retornar para casa num ‘horário aceitável’. E quem assiste pela TV, vai conseguir dormir mais cedo. É uma forma de tentar melhorar a frequência de público e telespectadores nos jogos de futebol. Vamos torcer para que alguma melhora nesse sentido aconteça, seria muito bom para o futebol.

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Olímpico

por Diogo de Barros Souza

Anderson Silva sempre pensou em disputar uma Olimpíada no esporte onde iniciou sua trajetória nas artes marciais, esse esporte é o Taekwondo. O sonho pode se tornar realidade. Anderson demonstrou interesse junto à Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTkd) em integrar a seleção brasileira da modalidade, e teve resposta positiva. A partir de agora, ele terá como objetivo inicial, intensificar os treinos específicos da modalidade (coisa que já faz habitualmente nos treinos para as lutas do UFC), e depois participar das seletivas internas (a partir do início do ano que vem) que definirão os atletas olímpicos a representar o Brasil no Taekwondo, na Olimpíada Rio 2016.

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O que pesa contra é o doping no UFC, mesmo que as regulamentações da Comissão Atlética de Nevada (analisa casos de doping no UFC) e da Agência Mundial de Antidoping (WADA) sejam diferentes, o que teoricamente não impediria a participação de Anderson na modalidade, a Confederação Brasileira de Taekwondo irá aguardar o resultado do julgamento para se posicionar de forma definitiva.

Caso Anderson supere o problema do doping, consiga a classificação e se torne um atleta olímpico, sua participação terá grande repercussão e será muito positiva para o Taekwondo na Olimpíada, seja pensando no marketing, mídia ou maior interesse das pessoas em praticar o esporte. Anderson, tem o poder de fazer algo estourar e chamar a atenção. Não é todo dia, que vemos um astro e campeão do UFC, participando por livre e espontânea vontade de uma Olimpíada. É esperar para ver.

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Não pode

por Diogo de Barros Souza

As polêmicas surgem de um dia para o outro no mundo do esporte, a bola da vez é o patrocínio da instituição financeira Crefisa e da FAM (Faculdade das Américas) nas camisas dos árbitros para as finais do Campeonato Paulista 2015. Até aqui tudo bem, mas tem um porém… A FIFA (entidade máxima do futebol) permite patrocínios nas camisas dos árbitros, desde que não haja conflitos de interesses.

Esse conflito é o patrocínio dos mesmos patrocinadores em alguma equipe(s) que esteja disputando a partida. Nesse caso, teremos uma, o Palmeiras no jogo de domingo as 11h, válido pelas quartas de final da competição. Mas se a Crefisa e a FAM quiserem, serão duas, pois como são empresas do mesmo dono, podem facilmente fazer um acordo pontual com o Botafogo-SP. Sendo assim, Palmeiras, Botafogo-SP e a arbitragem seriam patrocinados por eles. E vou além, caso o Palmeiras avance de fase, esse patrocínio poderia se repetir com as demais equipes. Como a maioria dos times está precisando de dinheiro, dificilmente negariam uma proposta como essa.

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Segundo a FPF (entidade máxima do futebol paulista), o patrocínio servirá para custear as despesas de arbitragem na fase final do campeonato, e diz também que a FIFA não deve apitar nada por aqui, somente nos seus campeonatos. Os patrocinadores não tem nada a ver com isso, mas intencionalmente ou não já conseguiram atingir uma incalculável mídia espontânea em torno da polêmica antes mesmo do jogo. O Palmeiras também não deve se preocupar, pois sua relação com os patrocinadores é totalmente diferente e diz a respeito apenas ao patrocínio da sua camisa.

A FPF é a principal responsável por tudo isso, se a FIFA diz que não pode ter patrocínio nessas condições, não pode. É essencial seguir algumas normas básicas da sua maior entidade, ainda mais quando a questão tem fundamento, pois qualquer lance passível de discussão a favor do Palmeiras será prontamente relacionado com a questão do patrocínio à Federação.

Com tantos patrocínios que o Paulistão tem, será mesmo que vale a pena correr o risco de manchar a sua credibilidade com esse tipo de patrocínio?

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Descontrolado

por Diogo de Barros Souza

Ação e reação. Controle e descontrole. Paz e violência. Uma atitude mal pensada que em poucos segundos faz desmoronar tudo que foi construído até aqui. Simples assim. Esse é um pequeno resumo de uma tragédia esportiva que aconteceu no jogo de ontem, entre Internacional x Ypiranga, no estádio Beira Rio, em Porto Alegre.

Aos 18 minutos do segundo tempo, Fabrício, que tem sido alvo de vaias dos torcedores há algum tempo, desistiu de um lance ao receber novos insultos e acabou fazendo gestos ofensivos aos torcedores. Foi expulso, e o cartão vermelho foi muito comemorado pela torcida. Não contente com o que tinha causado, ao sair de campo, continuou brigando com os torcedores e gritando que não joga mais pelo Internacional. Pra que fazer isso?

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Agora pare e pense: O que faz um jovem jogador de futebol profissional, de um grande clube brasileiro ter esse tipo de comportamento?

Pressão, stress, salário baixo ou desmotivação. Sinceramente, não escolheria nenhuma dessas opções. Independente das vaias, não há motivos para isso, porque qualquer tipo de trabalho tem seus altos e baixos e nem por isso as pessoas ficam descontroladas assim. Imagine esse tipo de comportamento nos motoristas de ônibus, caixas de banco ou supermercado, e por aí vai.

E aquele torcedor que comprou a camisa do Internacional com o nome do Fabrício, será que vai continuar vestindo a sua camisa, com o mesmo orgulho de antes?

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Quem paga a conta?

por Diogo de Barros Souza

Nas últimas semanas, um assunto vem ganhando destaque na mídia, é o caso da sede paulista para a disputa de jogos de futebol na Olimpíada Rio 2016. Entre Morumbi, Arena Corinthians e Allianz Parque, o escolhido foi o estádio corintiano. A partir daí, a diretoria do Corinthians fez algumas exigências para ser a sede, e uma delas tem a ver com Certificados de Incentivos ao Desenvolvimento (CIDs), nos quais o Corinthians quer a liberação da Prefeitura para diminuir a dívida da construção do estádio em Itaquera.

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Dessa forma, a diretoria do clube exige que o clube não pague nada pelas reformas de adeaquação do estádio para os Jogos Olímpicos, estimada em cerca R$ 30 milhões para a construção de estruturas móveis para as transmissões dos jogos. A preocupação do clube tem relação com a dívida do estádio, que em fevereiro/15 girava em torno R$ 397 milhões.

O estádio tem o ‘título’ de arena de abertura de Copa mais cara desde 98, o custo final está avaliado em R$ 1,150 bilhão. Tirando o ‘status’ de ser sede da Copa do Mundo, os números comprovam e devem assustar agora quem era favorável a construção do estádio nos moldes que foram. É preciso saber quem irá pagar essa conta, afinal de contas foram empréstimos gigantescos e que precisam ser quitados.

Acredito que nesse caso, a preocupação do clube é relevante, e que ele deve sim receber algo ou pelo menos não ter despesas com a Olimpíada, pois já está contribuindo com o evento, ao ceder o estádio para os jogos, enquanto poderia lucrar com jogos comemorativos e amistosos nesse período.

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Vingadores

por Diogo de Barros Souza

Descrever o que aconteceu ontem em Stamford Bridge num jogo repleto de personagens de mocinho a vilão e pequenas histórias com começo, meio e fim, nos ajuda a encontrar respostas sobre perguntas e dúvidas antigas. Afinal:

a) Por que o PSG se preocupou tanto em reforçar o setor defensivo para este ano e pagou tão caro por David Luiz, Thiago Silva e Marquinhos?

O PSG foi eliminado nas quartas de final da Liga dos Campeões 2013-2014 pelo próprio Chelsea em um jogo dramático no mesmo Stamford Bridge. Na época, David Luiz era jogador do Chelsea e até marcou um gol contra no jogo de ida, em Paris. Em Londres, o PSG sofreu bastante no setor defensivo, pois não conseguia parar os avanços dos ingleses. Ao término da temporada, David Luiz foi vendido pelo Chelsea, porque o treinador Jose Mourinho achava que ele não estava rendendo o esperado, mesmo o jogador sendo um dos ídolos da torcida e destaque em várias partidas da equipe. O Chelsea acabou encontrando um comprador interessado em reforçar sua defesa que já contava com Thiago Silva e Marquinhos.

b) Por que dois zagueiros (Thiago Silva e David Luiz) tão caros não renderam o esperado e receberam tantas críticas, após a Copa do Mundo de 2014?

David Luiz e Thiago Silva não jogaram juntos no fatídico 7 x 1 contra a Alemanha, apenas David Luiz esteve em campo, ou seja, essa resposta gera outra pergunta: E se eles tivessem jogado juntos naquele dia?

O jogo de ontem, era a volta das oitavas de final da Liga dos Campeões 2014-2015, e começou difícil para o PSG, pois precisava fazer gols para se classificar, já que em Paris, o resultado foi de 1 x 1. Para o Chelsea bastava um empate em 0 x 0. Ainda no primeiro tempo, Ibrahimovic, a maior estrela a equipe francesa foi expulso, após entrada dura no brasileiro Oscar. Nesse momento, o nível do jogo alterou para very hard.

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Entre ataques e defesas, o Chelsea abriu o placar com Cahill no fim do 2º tempo, mais precisamente aos 35 minutos. Era para acabar ali, mas não acabou. Aos 41 minutos, David Luiz como um vingador marcou de cabeça e levou o jogo para o extra time. Na prorrogação, eis que surge um vingador que vai de herói a vilão em poucos minutos, Thiago Silva. No primeiro tempo, ele acaba cometendo um pênalti tolo colocando a mão na bola em uma disputa. Hazard converteu a penalidade e colocou novamente o Chelsea na frente do placar.

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Placar de 2 x1 contra, seu melhor jogador foi expulso aos 31 minutos do primeiro tempo, jogando fora de casa e seu capitão comete um pênalti infantil. Mais uma vez era para acabar ali para o PSG. Mas não acabou, não acabou porque ainda veríamos o duelo entre o goleiro belga Courtois do Chelsea e Thiago Silva. Após uma cobrança de escanteio e cabeceio de Thiago Silva, Courtois faz uma grande defesa que possibilita um novo escanteio para PSG. Na cobrança, Thiago Silva sobe com a alma para cabecear, empatar a partida e classificar sua equipe para as quartas de final.

Thiago Silva e David Luiz são os vingadores da bola. Obrigado, futebol.

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Super negócio

por Diogo de Barros Souza

As últimas notícias em relação ao faturamento do Palmeiras em sua nova arena com certeza devem assustar a todos, pois não é comum acontecer isso no Brasil desse jeito, apenas em clássicos ou finais de campeonatos, e dependendo da importância. Estamos apenas no início do ano e com jogos do campeonato estadual, essa arrecadação deve aumentar ainda mais, até porque a capacidade máxima de exploração do Allianz Parque ainda não foi atingida e os jogos daqui pra frente serão ainda mais atrativos.

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Mesmo com o valor de ingresso mais caro do país com um ticket-médio de R$ 80,00, o Palmeiras tem conseguido atingir uma média de 25,6 mil pagantes por partida, ou seja, apenas 60% da capacidade da arena. Tudo isso tem relação com a reinauguração da sua casa em 2014, o programa de sócio-torcedor e o bom momento da equipe. Vamos dizer que o Universo conspira a favor neste momento.

Para se ter uma ideia da dimensão da arrecadação do Palmeiras, todo o valor das 4 partidas como mandante totaliza cerca de R$ 8.125.604. Em 2014, com 10 jogos como mandante no Pacaembu, a arrecadação total foi de R$ 5.647,095. Além disso, a atual arrecadação é maior que a dos estaduais do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul até aqui. O Grêmio Osasco Audax pegou carona na possibilidade de uma maior arrecadação, e jogou a 2ª rodada do Campeonato Paulista 2015 como mandante no Allianz Parque contra o Palmeiras, mas nesse caso, a renda foi dividida entre os clubes.

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Uma gestão que se mostra competente e sem riscos, somada com investimentos no esporte, reflete o sucesso de bilheteria. O Brasil tem um grande potencial de exploração das suas riquezas, o Palmeiras está sabendo explorar a sua riqueza e colaborando para um novo cenário de gestão esportiva no Brasil com um super negócio, seguindo um modelo de sucesso muito bem trabalhado na Europa.

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Touro vermelho

por Diogo de Barros Souza

Já imaginou criar uma marca para vender um determinado produto, e aos poucos enxergar que essa marca pode ser muito mais que esse produto?

Essa é a história da Red Bull. Quem imaginaria um dia ver uma relação tão expressiva de uma marca com o esporte e outros segmentos, pois é, estamos vendo isso com a marca austríaca Red Bull e que na minha opinião é um dos maiores cases de marketing do mundo. E mesmo com todo esse sucesso, aceitação e reconhecimento mundial, a Red Bull enfrenta um grande obstáculo que é a menção do nome das suas equipes nas competições esportivas.

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Aqui no Brasil, estamos acompanhando mais atentamente a questão do nome da equipe Red Bull Brasil, nas transmissões dos jogos do Campeonato Paulista 2015, que é mencionado como RB Brasil e tem o seu símbolo alterado nos caracteres da TV. Isso acontece há muito tempo em outros esportes, como vôlei, basquete e a Fórmula 1, onde os nomes dos patrocinadores não são mencionados, e sim o nome das cidades-sedes das equipes ou qualquer outra coisa. O naming rights (direitos de nome) dos estádios também dificilmente são mencionados pela maioria das emissoras. Apenas algumas mencionam corretamente o nome das equipes e dos estádios.

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Na Europa, a equipe Red Bull Salzburg (Áustria), enfrenta um problema parecido. Nas competições europeias, por determinação da UEFA, o nome da equipe é alterado para FC Salzburg e o símbolo também. Isso acaba gerando uma perda significativa na exposição e expansão da equipe no seu continente e no mundo inteiro. O caso da Red Bull é uma questão diferente, porque além de patrocinador, também dá nome ao clube, ou seja, não é possível desvincular uma coisa da outra. É necessário que os envolvidos cheguem a um acordo para o bem do esporte, e para que assim, outras empresas interessadas no modelo de negócio da Red Bull pensem em seguir esse caminho, e também para as que ainda patrocinam, mas não citadas, não deixem de continuar a patrocinar os clubes.

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As emissoras e organizações tentam explicar que essa diferenciação acontece por causa de contratos de patrocínio, mas elas devem entender que a menção correta dos nomes agrada muito aos patrocinadores, e possibilita a manutenção de um produto de qualidade para oferecer aos seus espectadores, com equipes fortes e campeonatos atrativos, capazes de gerar muita audiência. Nesse caso, todos ganham, principalmente o esporte.

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Versus

por Diogo de Barros Souza

Desde o anúncio do doping de Anderson Silva, as conversas entre o atleta e o UFC não estão das melhores, cada um está se defendendo e atacando como pode, seja nas entrelinhas ou diretamente. De um lado Anderson Silva, atleta renomado e com milhares de fãs no mundo inteiro – VERSUS – o UFC, umas das organizações esportivas que mais crescem e arrecadam dinheiro atualmente. Anderson preocupa-se em defender sua imagem e história  e o UFC fortalecer sua credibilidade perante os patrocinadores e milhares de fãs.

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É uma tremenda luta que irá durar muitos rounds, pois os laboratórios colhem as amostras e atestam os laudos, e Anderson tem a sua palavra e tranquilidade como armas de defesa. Nessa batalha, fica difícil escolher um lado, talvez seja melhor aguardar a decisão final dos juízes e tirar as próprias conclusões. Infelizmente, são casos como esse que acabam manchando o esporte. Por outro lado, é uma grande chance do UFC regularizar e ‘limpar’ cada vez mais o esporte. Bem, agora é esperar e torcer por esclarecimentos coerentes e definitivos.

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Torcida única

por Diogo de Barros Souza

Toda polêmica envolvendo a liberação ou não de ingressos para a torcida visitante nos clássicos da 3ª e 4ª rodadas do Campeonato Paulista 2015 entre Palmeiras x Corinthians e Santos x São Paulo, deu-se por conta do ‘cair na real’ de dirigentes e responsáveis pela gestão e segurança do futebol paulista. Eles estavam preocupados com a iminente possibilidade de violência e mortes nos confrontos entre torcidas.

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Entendo que as preocupações são relevantes e compreensíveis, haja visto os diversos incidentes causados no passado e recentemente e atualmente concordo com a possibilidade dos clássicos paulistas serem realizados com torcida única, para que haja maior harmonia ao torcedor comum, aquele que se diverte indo ao jogo com a camisa do seu time e quer levar o filho, a esposa e a mãe para o estádio, mas atualmente é impedido de fazer isso, por conta do histórico violento antes, durante e depois dos jogos.

Acredito que é uma questão a ser debatida mais profundamente entre a polícia, clubes e torcidas organizadas, para que consigam enxergar a dimensão dos problemas e o que essa possibilidade traria de benefícios para o esporte como entretenimento, aproveitando para refletir tudo que aconteceu no ano passado com a Copa do Mundo da FIFA. É óbvio que jogos com torcedores das duas equipes favorecem bastante a atmosfera do espetáculo, mas essa ausência seria revertida aos poucos, com educação e consciência dos torcedores, após um período sem a presença do torcedor visitante e sem confrontos tudo isso voltaria ao normal, mas sem violência. Assim espera-se.

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Infelizmente, a opção de realizar um clássico paulista com torcida única é um mal necessário, pelo menos por agora é uma grande saída para acabar com tanta violência nos estádios e fora deles também. Espero que a tentativa realmente se concretize um dia.

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Super tigela

por Diogo de Barros Souza

O Super Bowl 49 foi com certeza mais um show de entretenimento proporcionado pelos americanos, o que se viu no último domingo já é histórico. Não estou falando apenas do sensacional jogo (New England Patriots 28 x 24 Seattle Seahawks) ou do duelo particular entre Tom Brady e Russel Wilson. É muito mais do que isso, esses são apenas personagens que engrandecem o evento, ou melhor megaevento. A atenção deve ser voltada para a organização, produção, divulgação, engajamento e venda comercial do jogo.

Por tudo isso, o retorno é avassalador se comparado a outros grandes eventos, simplesmente aconteceu a quebra de um recorde histórico na TV americana, ao todo, 114,4 milhões de espectadores assistiram ao jogo, pelo canal NBC. A marca representa a maior audiência da história da televisão dos Estados Unidos. Isso é fácil? Com certeza não deve ser.

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Cada 30 segundos de comercial no intervalo do jogo foi vendido por US$ 4,5 milhões. Só pra ter uma ideia da dimensão do evento, a transmissão aqui no Brasil, além da TV paga, aconteceu também em 55 salas de cinema, eu inclusive assisti em uma delas totalmente lotada. Não me lembro de ter tido uma transmissão de final de Campeonato Brasileiro transmitida no cinema…

Foi também o evento esportivo mais comentado da história nas redes sociais. No Facebook, o evento esportivo gerou 265 milhões de posts, comentários e likes, engajando 65 milhões de pessoas na conversa sobre a final. No Twitter, o evento nomeado com a hashtag #SB49, foi o mais tuitado da história. Foram 28,4 milhões de publicações no microblog relacionados ao jogo e aos shows nos intervalos. Ainda tem mais, um dos ápices do evento certamente foi o show da Katy Perry, uma apresentação marcante e repleta de recursos tecnológicos que impressionaram o mundo inteiro.

Desde a entrada das equipes em campo, passando pela execução do hino nacional americano, o primeiro tempo do jogo, o show da Katy Perry e o final do jogo, realmente fica constatado que o Super Bowl 49 é uma super tigela de sucesso, faturamento e entretenimento.

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A volta

por Diogo de Barros Souza

No próximo sábado, veremos a volta de Anderson Silva ao esporte e ao octágono que o consagrou como um dos maiores lutadores dos últimos tempos. Com certeza, será um dos maiores eventos do UFC, tanto na esfera esportiva quanto na comercial. Muitos esperam ver o grande campeão lutando novamente em alto nível, assim como os patrocinadores desejam longa vida a Anderson no esporte.

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Anderson retorna às competições depois de 13 meses afastado, desde que sofreu fratura da perna esquerda na disputa com o americano Chris Weidman. O UFC 183 poderá marcar mais uma vez uma grande reviravolta esportiva, casos assim geram enorme expectativa por parte de todos. O ex-jogador Ronaldo é um grande exemplo, após uma série de graves lesões retornou ao futebol e conquistou a Copa do Mundo de 2002 com a Seleção Brasileira, em um momento que todos davam como certa a sua aposentadoria.

Desde o anúncio da luta em julho de 2014 até aqui, todos nós, telespectadores e amantes do esporte ou não estamos sendo bombardeados com a divulgação da luta. Isso mostra cada vez mais a real necessidade de ídolos no esporte, seja para o delírio dos fãs ou das grandes marcas. Se levarmos em conta a vasta divulgação que vem sendo feita para a volta de Anderson Silva, também teremos certeza de um grande espetáculo.

Go spider!

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Negócio da China

por Diogo de Barros Souza

Vágner Love, Aloísio, Diego Tardelli, Ricardo Goulart, entre outros. Esses são nomes de jogadores que fizeram e ainda fazem sucesso no Brasil e jogariam em qualquer clube nacional, alguns até recentemente convocados para a Seleção Brasileira, mas que agora estão buscando a tão sonhada independência financeira no futebol chinês. Não podemos esquecer também do técnico Cuca (Campeão da Libertadores 2013 com o Atlético-MG).

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Além da China, existem outros mercados alternativos para todo tipo de jogador atualmente. Ucrânia, Rússia, Japão, Emirados Árabes Unidos e Catar já foram e ainda são destinos de vários jogadores brasileiros e estrangeiros, recentemente Índia e EUA entraram nessa lista com suas ligas repletas de jogadores renomados mundialmente. Entre todos esses, a China merece destaque por não contratar apenas jogadores em final de carreira, e sim jovens destaques brasileiros que jogam por aqui e pelo mundo.

A provável intenção dos clubes chineses é desenvolver o futebol com jogadores brasileiros, e assim fortalecer o campeonato e o esporte no país sem tradição na modalidade. Antes era comum jogadores dos clubes brasileiros desejando a Europa quando jovens e outros continentes no final da carreira. Hoje em dia a situação é outra.

O que me espanta, é a saída iminente de jovens talentos para um mercado sem nenhuma expressão futebolística, gerando nenhuma perspectiva para os campeonatos nacionais e Seleção Brasileira. Enquanto isso, jovens destaques da Alemanha, Espanha, Holanda e Inglaterra continuam jogando em alto nível nas ligas mais fortes do mundo.

Imagino que o 7 x 1 ainda não serviu de lição para o nosso futebol…

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Who are you?

por Diogo de Barros Souza

O título do post é de fato relevante sobre um dos assuntos mais comentados do início do ano: A nomeação do deputado George Hilton para assumir o Ministério do Esporte. E quem é George Hilton?

George Hilton ingressou na vida política pelo PST, elegendo-se deputado estadual de Minas Gerias em 1998 e reelegendo-se para o segundo mandato em 2002 pelo PL. Natural de Alagoinhas, na Bahia, Hilton nasceu em 11 e junho de 1971 e é radialista, apresentador de televisão e teólogo. Na Câmara, ele é considerado um deputado de boas relações pessoais e bom articulador político, além ser de fácil trato com os colegas. Já integrou as comissões de Constituição e Justiça, de Minas e Energia, de Relações Exteriores e Defesa Nacional e de Cultura e de Educação.

Ele está substituindo Aldo Rebelo que passará a comandar a pasta da Ciência, Tecnologia e Inovação. Isso mesmo, do esporte para a tecnologia. A minha dúvida fica por conta do critério técnico para nomeação dos Ministérios, pois George Hilton já deixou claro que não entende de esporte, mas entende de gente. Então, qual é o requisito mínimo para ser Ministro de qualquer coisa? Apenas entender de gente?

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Acredito que os representantes de cada Ministério deveriam ter o mínimo de entrosamento com a sua função, isso não quer dizer que aquele que é da área não vá cometer erros, mas não basta apenas sorrir e apertar a mão de todos, é necessário entender do assunto para conduzir uma boa gestão, sendo que para se candidatar a vagas de empregos não-públicos a exigência é enorme, com diploma, experiência, qualificações, idiomas, etc. Será que no Governo não deveria ser assim também, nesse caso, a possibilidade de diminuir os erros seria maior.

Pode ser que George Hilton faça um bom trabalho a frente do esporte, mas também pode ser que não faça. E como ficam os legados da Copa e da Olimpíada?

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Mancada

por Diogo de Barros Souza

Antes de mais nada, Jon Jones não deveria ter dado essa mancada por tudo que representa atualmente para o esporte, UFC, patrocinadores, milhares de fãs, etc. Mas ele também é um ser humano, e como todos acabou errando, e foi justamente isso que o teste positivo do exame antidoping confirmou. A substância encontrada foi a benzoilecgonina, que é o principal metabólito da cocaína.

Imediatamente após a divulgação do resultado, ele se preocupou em procurar ajuda. Isso é um ponto muito positivo para um atleta do nível dele, campeão dos meio-pesados do UFC, garoto propaganda e repleto de patrocinadores. Muitos atletas já tiveram problemas parecidos, e nem sempre procuraram se recuperar. Procurar ajuda, nesse caso, demonstra que Jones ao menos está preocupado com a situação que se encontra e com o mundo ao seu redor.

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Atletas como Jones são raros, marcam uma geração, um esporte, por isso precisam ser acompanhados e orientados sobre a sua importância e o fato de  serem responsáveis pelos seus atos. Foi uma atitude errada, mas assim como uma tempestade, vai passar. O seu retorno deverá ser marcante e a reabilitação poderá levar Jones a um nível ainda maior.

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O tempo

por Diogo de Barros Souza

Quem nunca viu a imagem abaixo em algum programa  sobre Olimpíada ou superação?

Gabrielle Andersen - Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984

Pois é, essa é uma das imagens mais emblemáticas para mim, no que se refere a determinação e foco naquilo que se pretende alcançar: o objetivo. Na reta final, dos 400 m que restavam, a suíça Gabrielle Andersen se concentrou apenas em concluir a prova, objetivo anterior ao objetivo do tempo que ela pretendia fazer.

Por ter 39 anos na época, ela tinha consciência de que seria muito difícil ter uma nova chance de cruzar a linha de chegada no evento esportivo mais importante do planeta. Por isso ela não desistiu, mesmo com câimbras por todo o corpo. O seu objetivo desde o início era realizar o sonho de concluir a maratona olímpica de Los Angeles, em 1984.

Nesse caso, o tempo pouco importa. Ela concluiu os 42.195 KM em 2h48m42s. Ficou em 37º lugar entre as 50 atletas que largaram, sendo que apenas 44 conseguira concluir a prova.. A vencedora da prova, a americana Joan Benoit terminou em 2h24m52s.

Gabrielle é realmente um exemplo fantástico de superação e fez prevalecer o espírito esportivo acima de tudo.

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O que é esporte?

por Diogo de Barros Souza

O esporte é considerado o fenômeno sócio-cultural mais importante do final do século XX, decorrente do número de praticantes e a quantidade cada vez maior de espaço ocupado pelo esporte na mídia. Além disso, a um interesse muito grande pelos acontecimentos esportivos por parte dos não praticantes também.

No mundo todo o esporte movimenta milhões de dólares, existindo até uma ciência esportiva, com tecnologia, ganhando espaço e terreno em termos científicos. O esporte mantém ainda nítidas ligações com diversas áreas importantes para humanidade, como a saúde, educação e o turismo que proporciona a ele uma característica interdisciplinar.

O termo esporte surgiu no século XIV, quando os marinheiros usavam expressões do tipo fazer esporte, “desportar-se” ou sair do porto para explicar suas atividades que envolviam habilidades físicas. Hoje em dia, existem diversos termos que definem o esporte e também muitas interpretações da palavra esporte.

Esporte é superação, entretenimento, diversão, paixão, movimento, acontecimento, experiência, prazer, participação, vitória, derrota, disciplina, respeito, lealdade, dignidade, determinação, honestidade, igualdade, compromisso, responsabilidade, paz e amor.

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Buenas!

por Diogo de Barros Souza

Por ser totalmente apaixonado por esporte e por tudo que o cerca, decidi criar o Blog Coisas do Esporte com o objetivo de explorar os diversos assuntos que fazem parte do mundo esportivo.

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Através da minha formação e experiência na área esportiva pretendo estimular a análise de temas atuais, marketing esportivo, cases positivos e negativos, entre outros assuntos. A ideia é ter um espaço para entender melhor o fenômeno sócio-cultural chamado esporte.

Sejam bem-vindos e aproveitem!

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